2 min leitura
CE dá luz verde a três projetos da ADENE para transição energética
Iniciativas nas áreas das energias renováveis, redes térmicas e pobreza energética arrancam no segundo trimestre de 2026.
29 Jan 2026 - 11:01
2 min leitura
Foto Adobe Stockanatoliy gleb
- Uso de inteligência artificial no setor da energia da UE quase duplicou em quatro anos
- Importações de químicos vindos de países fora da UE sobem 12% em Portugal
- Bancos financiaram com 531 mil ME setores de elevado risco para as florestas
- Ministro da Agricultura defende mais fundos para programas regionais de apoio ao setor
- Reclamações sobre Agência para o Clima aumentam 30% em 2026
- Cidadãos com 10 dias úteis para se pronunciarem sobre central solar Sophia
Foto Adobe Stockanatoliy gleb
A Comissão Europeia (CE) aprovou três novas candidaturas da ADENE – Agência para a Energia na área da transição energética no âmbito do Programa LIFE, o instrumento financeiro da União Europeia dedicado ao ambiente e à ação climática.
As iniciativas focam-se nas energias renováveis, redes térmicas inteligentes e pobreza energética e arrancam no segundo trimestre de 2026, segundo a ADENE informa nesta quinta-feira.
A Agência destaca que a decisão surge num cenário de elevada competitividade internacional e que estes projetos incidem em áreas estratégicas para o futuro de Portugal.
“Esta aprovação confirma o reconhecimento europeu da capacidade técnica e institucional da ADENE e do trabalho desenvolvido na promoção da eficiência energética, da transição energética justa e do combate à pobreza energética, reforçando também o contributo da Agência para a concretização dos objetivos climáticos nacionais e europeus”, refere o presidente da ADENE, Nelson Lage, no comunicado enviado às redações.
Entre as candidaturas aprovadas encontra-se o RENReady, focado na aceleração e integração de fontes de energia renovável, promovendo a preparação das infraestruturas para uma matriz elétrica mais descentralizada e limpa.
O projeto RISE DHC dedica-se à modernização e aumento da eficiência das redes de aquecimento e arrefecimento urbano e industrial, consideradas fundamentais para a descarbonização térmica.
Já o EP-MED tem como objetivo mitigar a pobreza energética na região do Mediterrâneo, através de soluções práticas de eficiência energética e literacia, direcionadas aos consumidores mais vulneráveis.
Os projetos inserem-se no subprograma Transição para a Energia Limpa (CET) e visam apoiar a implementação de políticas públicas de energia sustentável, reforçando o percurso nacional rumo às metas de descarbonização estabelecidas para 2030.
Para além dos três projetos aprovados, outras quatro candidaturas submetidas pela ADENE — RENOBOOST, OPHERA, POWERHOUSE-OSS e Eco-TRUE — obtiveram avaliação positiva e integram a lista de reserva do Programa LIFE.
- Uso de inteligência artificial no setor da energia da UE quase duplicou em quatro anos
- Importações de químicos vindos de países fora da UE sobem 12% em Portugal
- Bancos financiaram com 531 mil ME setores de elevado risco para as florestas
- Ministro da Agricultura defende mais fundos para programas regionais de apoio ao setor
- Reclamações sobre Agência para o Clima aumentam 30% em 2026
- Navigator lança programa para mobilizar até 84 ME para investimento florestal