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Floresta Ativa recebe 1,23 milhões de euros em 2027 devido a atrasos na execução dos projetos

Governo redistribui verbas por falta de mão-de-obra especializada e dificuldades operacionais, mantendo o financiamento total do programa nos quatro milhões de euros.

22 Out 2026 - 12:23

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Foto Magnific

Sunlit grove of deciduous trees in a grassy clearing with light filtering through green leaves and a blue sky above.

Foto Magnific

O Governo procedeu à reprogramação dos quatro milhões de euros desatinados ao Programa Floresta Ativa, alocando 1,23 milhões de euros para despesas em 2027.

Segundo uma portaria publicada nesta quinta-feira em Diário da República, os quatro milhões de euros distribuem-se por três anos, nomeadamente, 1,57 milhões de euros em 2025, 1,2 milhões em 2026 e 1,23 milhões em 2027.

A decisão responde às dificuldades dos beneficiários em concretizar as intervenções aprovadas dentro dos prazos previstos, devido à escassez de mão-de-obra especializada, à elevada procura de serviços técnicos e operacionais e aos impactos de fenómenos meteorológicos extremos, segundo a portaria assinada pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

“Estes constrangimentos têm vindo a condicionar a capacidade de execução física e financeira das operações apoiadas, justificando a necessidade de adequar a distribuição temporal dos encargos anteriormente autorizados, de forma a assegurar a boa execução do Programa Floresta Ativa e a prossecução dos objetivos que presidiram à sua criação”, pode ler-se no documento.

A reprogramação pretende adequar a distribuição da despesa à execução do programa, sem aumentar o montante global autorizado.

Este programa foi lançado em 2025 para apoiar a gestão e manutenção ativa dos espaços florestais, particularmente no minifúndio, com vista a promover a resiliência, a biodiversidade e a valorização florestal, segundo explica o ICNF- Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

 

 

 

 

 

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