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AIE acelera libertação de reservas de petróleo e admite novas intervenções no mercado
Até à data, foram libertados cerca de 325 milhões de barris de petróleo ao abrigo da Ação Coletiva de março de 2026.
07 Out 2026 - 16:28
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Os países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) apoiam a aceleração da libertação das reservas de petróleo acordadas em março, com prioridade para o gasóleo, numa altura em que o mercado deste combustível enfrenta uma maior pressão devido à crise no Estreito de Ormuz.
Numa publicação divulgada nesta quarta-feira, o diretor-executivo da AIE anunciou que a ação deve ser concluída “o mais rapidamente possível”.
Até à data, foram libertados cerca de 325 milhões de barris de petróleo ao abrigo da Ação Coletiva de março de 2026, tendo alguns países libertado volumes superiores aos inicialmente comprometidos. A libertação integral de todas as reservas que foram comprometidas, mas que ainda não foram colocadas no mercado no âmbito da Ação Coletiva de março de 2026, permitiria disponibilizar cerca de 100 milhões de barris adicionais.
Os governos dos países-membros da AIE ainda dispõem de níveis significativos de reservas públicas de emergência de petróleo, equivalentes a cerca de 1,1 mil milhões de barris, incluindo mais de 200 milhões de barris de gasóleo. A AIE está preparada para colocar mais destas reservas no mercado, caso e quando tal seja necessário.
A AIE refere que continuará a trabalhar “em estreita colaboração” com os governos dos países-membros para acompanhar a implementação em curso da Ação Coletiva de março de 2026.
Os governos dos países-membros também acordaram continuar a avaliar e a rever a situação na próxima reunião prevista do Conselho de Administração da AIE, que terá lugar na próxima semana.
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