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Alargamento do Passe Ferroviário Verde arranca em Lisboa e no Porto

Desde domingo, os passageiros que se desloquem exclusivamente de comboio podem usar apenas o Passe Ferroviário Verde em vez do passe intermodal Navegante, em Lisboa, ou Andante, no Porto.

28 Set 2026 - 10:13

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Foto Govpt

Autor

Maria Almendra Carvalho

Jornalista estagiária

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Bright green cp.pt card with its chip in the foreground and a red commuter train in the background at a station.

Foto Govpt

A partir do passado domingo, dia 27 de setembro, já é possível utilizar o Passe Ferroviário Verde (PFV) nos serviços urbanos da CP em Lisboa e no Porto. Segundo o Governo, este alargamento procura “reduzir os custos das deslocações das famílias e incentivar o uso do comboio em alternativa ao automóvel”. 

Agora, a utilização do PFV passa a ser válida em toda a rede ferroviária nacional, excluindo apenas o Alfa Pendular e viagens Intercidades em primeira classe.

Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, os passageiros que se desloquem exclusivamente de comboio podem usar apenas o Passe Ferroviário Verde em vez do passe intermodal Navegante (Lisboa) ou Andante (Porto), o que representa uma redução do custo mensal para metade. 

À data da divulgação da medida, no fim de agosto, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, afirmou que os utilizadores do PFV podem vir a poupar até 480 euros por ano, com uma medida que pretende “simplificar os transportes públicos, reduzir custos para as famílias e incentivar uma mobilidade mais sustentável”. 

De acordo com o governo, o alargamento do Passe Ferroviário Verde aos serviços urbanos de comboio, com um impacto financeiro anual estimado de 1,5 milhões de euros, “insere-se numa política de mobilidade em rede integrada e coesa”. 

Desde outubro de 2024, ano da criação do PFV, já foram vendidos 1 milhão e 400 mil passes.  

“É um passo decisivo, particularmente neste momento, para o reforço do uso do transporte público sustentável, para a simplificação tarifária e uma aposta clara numa política pública de transportes centrada nas pessoas”, afirma o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, em comunicado do Governo. 

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