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Greenvolt fecha 2025 com resultado líquido de 53 ME, voltando aos lucros

Receitas da empresa atingiram os 777 milhões de euros em 2025, um aumento de 121% face ao registado em 2024. João Manso Neto adianta que o desempenho foi impulsionado pelos segmentos de ‘utility-scale’ e de geração distribuída.

01 Abr 2026 - 09:46

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Foto: Greenvolt

Foto: Greenvolt

A Greenvolt registou um resultado líquido atribuível aos acionistas de 5,3 milhões de euros em 2025, o que compara com os prejuízos de 114,9 milhões registados no ano anterior, segundo o anunciado nesta quarta-feira. Em comunicado, a empresa liderada por João Manso Neto adianta que este desempenho foi impulsionado pelos segmentos de ‘utility-scale’ e de geração distribuída.

As receitas da Greenvolt atingiram os 777 milhões de euros em 2025, um aumento de 121% face ao registado em 2024, “suportadas na execução da estratégia de rotação de ativos utility-scale”, acrescenta.

Quanto ao EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), totalizou 207,8 milhões de euros, um valor recorde e, segundo a empresa, “principalmente potenciado pelo segmento de ‘utility-scale’ (+192,7 milhões de euros), revertendo de forma substancial o valor negativo registado no exercício anterior”. Este aumento verificou-se “nos três segmentos de negócio – ‘utility-scale’, biomassa sustentável e geração distribuída”.

Em 2025, o grupo investiu 800 milhões de euros, “apresentando uma situação financeira sólida com uma posição de caixa e equivalentes que ascende a cerca de 204,5 milhões de euros e com 68% da dívida a taxa fixa”, aponta a mesma nota.

Para 2026, o grupo refere que pretende continuar a desenvolver as suas três principais áreas de negócio, “não estando prevista a entrada em nenhuma nova geografia para além das 20 onde está presente”, pelo que “o principal foco é maximizar o potencial da presença atual”.

“Em resumo, o objetivo passa por aumentar o EBITDA de forma significativa através de um crescimento orgânico e sustentável nas geografias onde já operamos, suportado pela forte rentabilidade na rotação de ativos ‘utility-scale’, pela evolução da geração distribuída para níveis de rentabilidade e por um elevado desempenho operacional no segmento de biomassa”, remata.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

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