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Indaqua vai melhorar gestão de água e saneamento em Angola em projeto de 10 milhões de euros
O grupo vai deslocar 20 especialistas para as províncias do Namibe e da Lunda Norte dedicados à melhoria dos serviços de água e saneamento, abrangendo uma população superior a 1,5 milhões de habitantes.
20 Jan 2026 - 07:36
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O grupo português Indaqua assinou dois contratos de gestão no valor de 10 milhões de euros com as Empresas Públicas de Águas e Saneamento (EPAS) das províncias angolanas do Namibe e da Lunda Norte.
No âmbito deste projeto financiado pelo Banco Europeu de Investimento, até julho de 2028, o grupo Indaqua vai deslocar para o terreno 20 especialistas dedicados à melhoria dos serviços de água e saneamento nas duas províncias, abrangendo uma população superior a 1,5 milhões de habitantes, anunciou a empresa de gestão de água e tratamento de águas residuais.
Segundo um comunicado da Indaqua, os contratos de gestão, operação e manutenção assinados com a Direção Nacional de Águas, e que possuem como beneficiárias as empresas de água e saneamento destas províncias, visam “melhorar a qualidade e acesso aos serviços e consolidar os processos de empresarialização em curso”.
Os dois contratos, com um valor agregado superior a 10 milhões de euros, são financiados pelo Banco Europeu de Investimentos (BEI) e inserem-se no segundo projeto de desenvolvimento institucional do setor da água implementado em Angola.
Os trabalhos no terreno, que vão ser desenvolvidos através da subsidiária Vista Water, integram ainda a formação de 12 quadros e vão durar três anos.
Preveem “uma atuação transversal em toda a gestão” daquelas empresas, incluindo desenvolvimento de um plano de negócios, mecanismos de monitorização e controlo de gestão, procedimentos de gestão financeira e de recursos humanos, melhoria da eficiência das redes de água e inventariação dos ativos, planos dedicados à segurança e controlo da qualidade da água, gestão ambiental e resposta a emergências.
Com esta iniciativa, o grupo consolida a sua presença em território angolano, onde atua há mais de 15 anos, acrescenta no comunicado.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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