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Portugal acima da média da UE no uso de energias renováveis nos transportes

Com cerca de 14,3 % da energia utilizada nos transportes proveniente de fontes renováveis, Portugal supera a média europeia, mas continua longe da meta de 29% para 2030.

21 Jan 2026 - 16:33

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Foto: Freepik

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Em 2024, a quota de energia de origem renovável usada no setor dos transportes em Portugal foi de cerca de 14,3 %, acima da média de 11,2 % registada na União Europeia nesse ano e posicionando-se no top 5 na Europa a 27, conforme dados revelado nesta quarta-feira pelo Eurostat.

Apesar do desempenho relativamente melhor do país face à média europeia, Portugal ainda está significativamente abaixo da meta de 29% que a UE definiu para o uso de energias renováveis nos transportes até 2030.

A utilização de combustíveis renováveis no transporte, como biocombustíveis líquidos sustentáveis, biometano e eletricidade de origem renovável, tem aumentado gradualmente na Europa nas últimas décadas, nomeadamente, de cerca de 1,4 % em 2004 para mais de 11% em 2024 no conjunto da UE.

A nível europeu, países como a Suécia (26,4%), a Finlândia (20,3%) e os Países Baixos (19,7%) continuam entre os que mais utilizam energias renováveis nos transportes, com valores substancialmente acima da média. Em contraste, as quotas mais baixas foram registadas na Croácia (0,9%), na Grécia (3,9%) e na Chéquia (5,7%), revela o Eurostat.

Entre os 19 países da UE que registaram aumentos no uso de energia proveniente de fontes renováveis no transporte entre 2023 e 2024, os maiores foram na Letónia (+7,4 pp) e nos Países Baixos (+6,2 pp). Por outro lado, depois de se ter tornado o único país da UE que não só atingiu a meta de 29% como a ultrapassou, com uma quota de 33,6% em 2023, a Suécia registou a maior queda nessa quota (-7,2 pp) em 2024. As outras sete diminuições variaram entre -0,1 pp (Grécia e Chipre) e -0,8 pp (Eslovénia).

Apesar de não ser um Estado-membro da UE, o Eurostat apresenta os valores da Noruega (33,5%), sendo o país com o valor mais alto nesta contagem ultrapassando inclusive a meta definida na UE para 2030.

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