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Reino Unido avança com dois projetos pioneiros de captura de carbono

Fábrica de cimento no País de Gales e central de resíduos em Cheshire serão pioneiras na utilização de tecnologia de ponta para reduzir emissões.

25 Set 2025 - 10:14

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Foto: Adobe stock/Sansert

Foto: Adobe stock/Sansert

Dois projetos estratégicos de captura de carbono acabam de receber luz verde no Reino Unido e vão avançar para a fase de construção, assegurando 500 empregos qualificados no País de Gales e no Noroeste de Inglaterra.

Em Flintshire, a Heidelberg Materials UK vai instalar a primeira fábrica de cimento do país equipada com tecnologia de captura de carbono. Em paralelo, em Ellesmere Port, a Encyclis prepara a construção de uma das primeiras centrais de valorização energética de resíduos com este sistema inovador.

As duas unidades terão capacidade para retirar da atmosfera 1,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, graças ao investimento público de 9,4 mil milhões de libras anunciado no mais recente Orçamento. O Governo britânico considera estes projetos fundamentais para proteger indústrias de forte intensidade carbónica, como o cimento e a gestão de resíduos, ao mesmo tempo que garante novos postos de trabalho estáveis e especializados.

“A produção de cimento e de conversão de resíduos em energia é intensiva em carbono e não há como reduzir as emissões sem a captura de carbono. À medida que o governo acelera rumo à neutralidade carbónica, a Padeswood e a Protos implementarão tecnologias de ponta para remover 1,2 milhão de toneladas de CO2 anualmente, construindo um futuro mais limpo com empregos seguros e duradouros para trabalhadores e empresas dos setores de cimento e conversão de resíduos em energia”, refere o Governo britânico em comunicado.

Integrados na rede HyNet, que irá transportar e armazenar emissões no subsolo de Liverpool Bay, os projetos são apontados como catalisadores para a transformação industrial da região e para a criação de oportunidades de exportação de tecnologia britânica.

Para o ministro da Energia, Michael Shanks, trata-se de “um passo decisivo para colocar o Reino Unido na liderança das indústrias limpas do futuro”. Já a secretária de Estado para o País de Gales, Jo Stevens, sublinha que o avanço “demonstra o potencial da região para gerar emprego qualificado e impulsionar a transição energética”.

Com estas obras, o Governo britânico garante que o país reforça a sua posição como superpotência em energia limpa e cria as bases para uma nova etapa de crescimento industrial sustentável.

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