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Empresa dos EUA inicia entregas de baterias de iões de sódio à escala internacional
A UNIGRID clama ser a primeira empresa fora da China a exportar baterias de iões de sódio em volume comercial.
01 Fev 2026 - 10:40
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Foto: UNIGRID
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Foto: UNIGRID
A empresa norte-americana UNIGRID, especializada em baterias de iões de sódio, anunciou o início das entregas internacionais em volume comercial das suas células de iões de sódio NCO.
O marco posiciona a empresa, segundo a mesma, como a primeira de baterias fora da China a conseguir exportar esta tecnologia emergente à escala industrial.
O avanço foi possível graças à obtenção das certificações internacionais necessárias para o transporte das baterias e a um modelo de produção flexível, que recorre a fábricas parceiras em vez de exigir a construção de grandes unidades industriais próprias.
Em vez disso, a empresa recorre a parceiros industriais para fabricar as células, que são depois enviadas diretamente aos clientes em contentores marítimos.
“Este marco valida um caminho claro para levar tecnologia NCO de iões de sódio, segura e escalável, aos mercados globais”, afirma Darren H. S. Tan, diretor-executivo e cofundador da UNIGRID, em comunicado. “Através da colaboração com os nossos parceiros industriais, demonstrámos que é possível comercializar químicas avançadas de baterias sem investimentos massivos em infraestruturas”, acrescenta.
Com os desafios da certificação e da logística internacional ultrapassados, a UNIGRID prepara-se agora para dar início, em 2026, ao cumprimento dos seus acordos de fornecimento, reforçando o papel das baterias de iões de sódio como uma alternativa estratégica às soluções tradicionais de iões de lítio.
As baterias de iões de sódio têm vindo a ser faladas como uma alternativa ao lítio. No ano passado, um estudo da Universidade de Stanford, EUA, indicou que as baterias de iões de sódio são geralmente consideradas mais baratas e com cadeias de abastecimento mais resilientes do que as de iões de lítio. No entanto, ainda enfrentam limitações: armazenam menos energia por unidade de peso e, mesmo com materiais mais baratos, o custo por unidade de energia continua mais elevado.
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