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Faturas energéticas das famílias da UE vão aumentar quase 1.900 euros por ano
Estimativas da Confederação Europeia de Sindicatos apontam os maiores aumentos no Luxemburgo, Irlanda, França e Eslovénia. Custos energéticos deverão representar 12% do total das despesas das famílias.
08 Abr 2026 - 16:39
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Foto: Freepik
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As faturas de energia das famílias da União Europeia (UE) vão aumentar quase 1.900 euros por ano devido à guerra no Médio Oriente, segundo as estimativas da Confederação Europeia de Sindicatos (CES).
A escalada do petróleo vai fazer com que as faturas anuais passem, em média, de 3.792 euros para 5.688 euros, ou seja, anualmente, as famílias vão gastar mais 1.900 euros.
Espera-se assim que os custos energéticos representem 12% do total das despesas das famílias.
Os Estados-membros onde se esperam maiores aumentos são o Luxemburgo (2.776 euros), Irlanda (2.646 euros), França (2.510 euros) e Eslovénia (2.470 euros).
No sentido inverso, aparecem os Países Baixos (1.057 euros), Lituânia (1.141 euros), Malta (1.178 euros), Hungria (1.185 euros) e Espanha (1.384 euros).
A CES defendeu que a UE precisa de reformas energéticas profundas para reduzir a sua independência face aos combustíveis fósseis.
Entre as medidas propostas, está o investimento numa produção energética europeia barata e fiável.
Só em março, o petróleo Brent, uma referência no mercado europeu, aumentou 63%, um recorde, pelo menos, desde 1988.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, nesta terça-feira, que aceitou suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques ao Irão, num “cessar-fogo bilateral”, e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz “viável”.
“Aceito suspender os bombardeamentos e ataques ao Irão por um período de duas semanas. Este será um cessar-fogo bilateral! A razão para tal é que já cumprimos e superámos todos os objetivos militares e estamos muito avançados num Acordo definitivo sobre a paz a longo prazo com o Irão e a paz no Médio Oriente”, afirmou Trump na rede social Truth, a pouco mais de uma hora do fim do prazo dado a Teerão para reabrir o Estreito de Ormuz ou enfrentar um ataque devastador às suas infraestruturas.
Segundo o Presidente norte-americano, o compromisso resulta das conversações promovidas pelo primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, que lhe solicitou que “suspendesse o envio de forças destrutivas para o Irão esta noite, e desde que a República Islâmica do Irão concordasse com a Abertura Completa, Imediata e Segura do Estreito de Ormuz”.
O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão já confirmou o cessar-fogo e informou que as negociações para um acordo de paz terão lugar no Paquistão a partir de 10 de abril.
Por sua vez, Israel afirmou apoiar a decisão do Presidente norte-americano, desde que o Irão reabra imediatamente o estreito e ponha fim a todos os ataques.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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