2 min leitura
Guimarães passa testemunho a Heilbronn como Capital Verde Europeia em 2027
Guimarães vai ser Capital Verde em 2026 antes da agora anunciada para 2027, Heilbronn. Cidade alemã é reconhecida pela gestão de qualidade do ar, da água e do ruído, bem como pela adaptação às alterações climáticas e economia circular.
03 Out 2025 - 12:06
2 min leitura
Foto K Jähne Wikimedia
- Porque o futuro da gestão de energia depende das pessoas, dos dados e da liderança
- Investimento em biometano na Europa deve ascender a 34,9 mil ME até 2030
- Governo inglês mobiliza comunidades locais para plantar árvores e restaurar natureza
- Famílias portuguesas são as que mais desperdiçam alimentos na União Europeia
- Carbono incorporado: o custo invisível da construção
- FAO aponta restauro das florestas como fundamental para alcançar objetivos climáticos, de biodiversidade e segurança alimentar
Foto K Jähne Wikimedia
Guimarães, que vai ser Capital Verde em 2026, vai passr o testemunho a Heilbronn, na Alemanha, a vencedora da edição de 2027 do prémio. A cidade alemã foi reconhecida pelo seu desempenho em áreas como qualidade do ar, água, ruído, adaptação às alterações climáticas e economia circular. A cerimónia teve lugar nesta quinta-feira, em Vilnuis, na Lituânia, a cidade eleita para 2025.
A comissária europeia para o Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, explicou que estas distinções destacam “as cidades que procuram estar na vanguarda da sustentabilidade urbana e ambiental”, que “dão o exemplo”.
Heilbronn convenceu o júri com uma colaboração intersectorial bem-sucedida entre as áreas do ruído, do clima e da poluição atmosférica, parte do seu Landscape Plan 2030, e uma forte aposta na mobilidade verde e na participação cívica. A cidade estabeleceu metas ambiciosas até 2035 e colabora com municípios vizinhos para reduzir o ruído e melhorar a qualidade do ar.
No mesmo evento, foram ainda atribuídos os Prémios Folha Verde Europeia, destinados a cidades mais pequenas, a Assen (Países Baixos) e Siena (Itália). Ambas foram reconhecidas pelo envolvimento das comunidades na transição verde e por políticas eficazes de gestão de resíduos e promoção da economia circular.
Lançado em 2010, o Prémio Capital Verde Europeia distingue cidades que se comprometem com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu e contribuem para uma Europa mais limpa, resiliente e sustentável. Já o Prémio Folha Verde Europeia foi criado para reconhecer os esforços e conquistas ambientais das cidades e vilas mais pequenas, que tenham entre 20 mil e 100 mil habitantes.
- Porque o futuro da gestão de energia depende das pessoas, dos dados e da liderança
- Investimento em biometano na Europa deve ascender a 34,9 mil ME até 2030
- Governo inglês mobiliza comunidades locais para plantar árvores e restaurar natureza
- Famílias portuguesas são as que mais desperdiçam alimentos na União Europeia
- Carbono incorporado: o custo invisível da construção
- Agricultores de Serpa pedem reunião com o Governo sobre dificuldades no setor