2 min leitura
Projeto da fábrica de baterias da CALB em Sines avança com emissão de título digital
Licença de instalação emitida pela CCDR do Alentejo marca nova etapa na construção da gigafábrica de lítio.
11 Mar 2026 - 08:51
2 min leitura
Foto: Wikimedia/Inês Leonardo
- CEiiA, Micro e AMFI unem-se para desenvolver microveículos elétricos na Europa
- CE pede preparação antecipada para próximo inverno devido a tensões no Médio Oriente
- Caminha recebe obras urgentes de 4,5 milhões de euros para travar erosão costeira
- Confagri critica passividade do Governo perante setor agroalimentar “sob pressão”
- Geopolítica e IA ditam fim da transição energética linear e redefinem mercados
- Conflito no Golfo expõe fragilidade energética da Ásia: especialistas defendem aposta nas renováveis
Foto: Wikimedia/Inês Leonardo
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo atribuiu o título digital de instalação ao projeto de baterias de lítio que a empresa chinesa CALB está a desenvolver em Sines.
Em comunicado, a CCDR do Alentejo revelou ter entregado, na segunda-feira, o título digital de instalação ao administrador da CALB Europe, Tao Wu, relativo à gigafábrica de baterias de lítio em construção no concelho de Sines, no distrito de Setúbal.
A emissão deste título digital representa “um passo relevante no desenvolvimento” deste projeto, considerado estruturante para o Alentejo e reforça igualmente “o posicionamento de Sines e de Portugal nas cadeias de valor estratégicas associadas à mobilidade elétrica e às tecnologias de energia limpa”, sustentou.
A unidade industrial irá ocupar cerca de 45 de 92 hectares da área total de um lote na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS), estando prevista a construção de cinco edifícios de produção de elétrodos, células, formação e montagem, embalagem e invólucros.
Na mesma nota, a CCDR realçou que o investimento de 2.000 milhões de euros, cujas obras de terraplanagem arrancaram em fevereiro de 2025, “representa uma oportunidade de enorme relevo para o desenvolvimento económico regional e nacional”.
A unidade industrial da fabricante chinesa enquadra-se “no contexto da transição energética, marcada pela substituição gradual dos veículos com motor de combustão interna por veículos elétricos”, precisou.
Além do “recurso a tecnologia orientada para a proteção do ambiente e para o cumprimento rigoroso da legislação ambiental aplicável”, aquele organismo sublinhou ainda que a futura unidade aposta em operações “de baixo carbono”.
“O projeto terá também um impacto relevante na economia, destacando-se um investimento estimado em cerca de 2.060 milhões de euros e a criação de aproximadamente 1.800 postos de trabalho diretos”, realçou.
O título digital de instalação autoriza o avanço do projeto de instalação de um estabelecimento industrial.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- CEiiA, Micro e AMFI unem-se para desenvolver microveículos elétricos na Europa
- CE pede preparação antecipada para próximo inverno devido a tensões no Médio Oriente
- Caminha recebe obras urgentes de 4,5 milhões de euros para travar erosão costeira
- Confagri critica passividade do Governo perante setor agroalimentar “sob pressão”
- Geopolítica e IA ditam fim da transição energética linear e redefinem mercados
- Conflito no Golfo expõe fragilidade energética da Ásia: especialistas defendem aposta nas renováveis