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Seguradoras pagam 260 milhões de 1.000 milhões em prejuízos da tempestade

Mais de 75 mil sinistros, equivalentes a 41% das participações recebidas, já tiveram as indemnizações pagas, ou atribuídas a título de adiantamentos, revela a APS.

27 Mar 2026 - 07:36

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Foto: Município da Marinha Grande / Facebook

Foto: Município da Marinha Grande / Facebook

 

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) estimou em mil milhões de euros os prejuízos cobertos por seguro na sequência das tempestades e avançou que já foram pagas indemnizações de 260 milhões de euros, de acordo com um comunicado.

Mais de 75 mil sinistros, equivalentes a 41% das participações recebidas, já tiveram as indemnizações pagas, ou atribuídas a título de adiantamentos.

Até agora, deram entrada nas seguradoras associadas da APS cerca de 180 mil participações de sinistros, tendo estas continuado a receber, só no último mês, mais de 1.000 participações por dia.

O ritmo de regularização é de cerca de 1.500 sinistros por dia, segundo o comunicado.

Quanto ao volume de indemnizações pagas ou provisionadas, 442 milhões de euros são destinados à reparação e recuperação de habitações, 443 milhões de euros à reparação e recuperação de empresas, comércios e obras, e 34 milhões de euros a indemnizações relativas ao seguro automóvel.

Em relação ao tipo de sinistros, cerca de 150 mil dizem respeito a seguros de habitações, 17 mil a apólices de atividades comerciais e 12 mil a seguros de automóvel.

Desde que em 28 de janeiro a tempestade Kristin afetou a região Centro, o número de participações recebidas corresponde “a cerca de 41% da totalidade dos sinistros de multirriscos que habitualmente são participados num ano inteiro”, afirma o comunicado.

A APS salienta que muitos processos de sinistros aceites não foram ainda concluídos devido à falta de documentação ou da entrega de equipamentos.

Reconhecendo o impacto na vida de famílias e empresas, a APS indica ainda que “o número excecional de sinistros participados em simultâneo, e a complexidade de alguns deles, torna o processo de análise mais exigente, envolvendo, ainda, procedimentos legais e contratuais obrigatórios que não dependem apenas das seguradoras”.

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

 

 

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