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Sonnedix estreia central solar em Paredes e ultrapassa 300 MW em Portugal
Empresa também acelera expansão no país com aposta em projetos híbridos e armazenamento de energia a partir de 2026.
27 Dez 2025 - 15:02
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Foto: Freepik
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A Sonnedix colocou em funcionamento uma central fotovoltaica da Lousada (CSF Paredes), com 36,8 megawatts (MW) de potência instalada, em Paredes, distrito do Porto. A infraestrutura marca a entrada da empresa no patamar de 300 MW de capacidade operacional em território português, três anos após a sua chegada ao mercado nacional.
O projeto junta-se à centrais do Douro, que tem 150 MW, do Bustelo, com 23,8 MW, e Lordelo, com 14,7 MW, inauguradas no primeiro semestre de 2025, ao somar 225,3 MW de nova capacidade num só ano. A Sonnedix sublinha, em comunicado, o amadurecimento do mercado português, que destaca “pelo seu dinamismo e elevado potencial de crescimento”, sem detalhar a origem desta constatação.
A empresa frisa o “forte compromisso de integração local e colaboração com a comunidade”, desenvolvido desde as fases iniciais do projeto. “Será implementado um plano de integração no terreno, apoiado por um investimento de um milhão de euros, destinado a reforçar a conservação ambiental e promover o desenvolvimento sustentável através de medidas desenhadas para aumentar o valor ecológico e social da zona”, garante.
A central produzirá energia equivalente ao consumo anual de 18.300 habitações, evitando a emissão de 19.600 toneladas de CO2 por ano, segundo os cálculos da própria empresa.
A estratégia da Sonnedix passa agora pela hibridização do portefólio, combinando geração solar e eólica com sistemas de armazenamento em baterias. Os primeiros projetos híbridos em Portugal estão previstos entrar em operação em 2026, numa aposta que a empresa apresenta como resposta aos perfis de procura dos clientes.
O CEO da Sonnedix, Axel Thiemann, afirma que 2025 foi “um ano decisivo” para o portefólio da empresa no país. Beatriz Llorente, responsável pelo crescimento na Península Ibérica, anuncia um portefólio previsto de “mais de 700 MW de capacidade total” em Portugal, embora sem calendário definido para a concretização dessa meta.
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