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APA garante que obras urgentes de 27 ME no litoral estão a realizar-se “dentro do calendário”
"Isto só para ações urgentes e imediatas, decorrentes dos danos causados pelas tempestades que provocaram muitos danos na nossa orla costeira", declarou o presidente da entidade.
02 Abr 2026 - 16:22
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Presidente da APA, José Pimenta Machado | Foto: LinkedIn
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Presidente da APA, José Pimenta Machado | Foto: LinkedIn
As obras de 27 milhões de euros da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para “ações imediatas e emergentes” após as tempestades do inverno estão a realizar-se “dentro do calendário”, garantiu o presidente daquela entidade.
“Estamos a cumprir o calendário que tínhamos proposto para as ações imediatas, orçadas em 27 milhões de euros. Isto só para ações urgentes e imediatas, decorrentes dos danos causados pelas tempestades que provocaram muitos danos na nossa orla costeira”, afirmou José Pimenta Machado aos jornalistas, num fim de uma visita à obra no paredão de Moledo, em Caminha, distrito de Viana do Castelo.
O responsável observou que “mais de 20%” da faixa costeira do país, com cerca de mil quilómetros, “está em processo erosivo com ameaça de perda de território”. Após um ano “muito exigente” devido às tempestades, as obras de curto prazo decorrem um pouco por todo o país, nomeadamente em Esposende, Espinho e Ovar, “o concelho mais afetado”.
Nesta quinta-feira, começou “a maior operação de alimentação de areia do Algarve”, entre Quarteira e o Garrão. Também no Algarve começou a obra na praia de Forte Novo, que “foi muito danificada”.
Até ao fim de abril a APA quer avançar com a alimentação de areia na Costa da Caparica, “uma grande operação também, muito importante”. Está “adjudicado, o concurso está concluído e agora estamos na parte processual”, disse Pimenta Machado.
Nas praias de Mafra afetadas, referiu, “a obra está adjudicada” e o responsável espera começar a empreitada “dentro de 15 dias”. O presidente da APA frisou ainda: “Temos um conjunto de empreitadas por todo o país, será um ano de grande exigência para nós”.
Portugal continental foi atingindo por um comboio de tempestades, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, que deixou um rasto de destruição, sobretudo na região Centro do país.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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