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Diogo Mota sai da EMER 2030 deixando a estrutura com dois coordenadores
O responsável deixa o cargo a seu pedido, ficando Miguel Ângelo Ribeiro Henriques e Catarina Roleta como coordenadores em funções.
11 Set 2026 - 10:12
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A Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030) ficou sem um dos seus coordenadores, com a exoneração de Diogo João Martins Mota, a seu pedido, das funções que exercia desde setembro de 2024.
A exoneração, publicada nesta sexta-feira em Diário da República, produz efeitos desde 8 de setembro, sendo o despacho assinado pelo presidente da EMER 2030, Manuel Nery Nina.
Diogo João Martins Mota tinha sido designado coordenador em outubro de 2024, depois de no mesmo ano ter sido criada a EMER 2030 com a missão de garantir o cumprimento dos objetivos do Plano Nacional de Energia e Clima 2030, através da aceleração e simplificação do licenciamento de projetos de energias renováveis.
A estrutura deverá integrar três coordenadores, designados pelo seu presidente. Com a saída de Diogo Mota, ficam atualmente dois coordenadores em funções, nomeadamente, Miguel Ângelo Ribeiro Henriques e Catarina Roleta, segundo apurou o Jornal PT Green junto da EMER 2030.
Recorde-se que no início do ano, Manuel Nery Nina teve de lidar com uma nomeação polémica para uma das posições de coordenador. Nomeadamente, a nomeação de Fábio Teixeira, em fevereiro deste ano, motivou críticas dada a sua formação de base em Enfermagem. Mais tarde, este responsável acabaria por pedir a exoneração por não se sentir confortável com o nível de escrutínio público a que foi sujeito. O lugar viria a ser preenchido por Miguel Ângelo Ribeiro Henriques.
Manuel Branco Nery Nina foi nomeado presidente da Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 em janeiro deste ano.
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