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Presidente da EMER defende nomeação de antigo coordenador e critica escrutínio “injusto e cruel”
Manuel Nery Nina diz que urgência na contratação pública levou à escolha do antigo dirigente, Fábio Teixeira, que acabou por pedir exoneração devido à exposição pública de que foi alvo.
20 Mai 2026 - 14:35
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Manuel Nery Nina, presidente da EMER
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Manuel Nery Nina, presidente da EMER
O presidente da EMER – Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis, Manuel Nery Nina, afirmou nesta quarta-feira que a nomeação do antigo coordenador da EMER, Fábio Teixeira, resultou de um processo de recrutamento urgente, motivado pelas necessidades da entidade. E criticou o escrutínio público posterior a que este foi sujeito como “injusto e cruel”.
Na audiência da Comissão de Ambiente e Energia, requerida pelos grupos parlamentares da IL e do PS, Nery Nina explicou que “a EMER tinha já vários procedimentos de contratação pública em curso e a minha prioridade, nos primeiros 15 dias, foi encontrar uma pessoa com competências em gestão de projetos e algum conhecimento na área da contratação pública. Precisava de alguém que pudesse entrar rapidamente em funções”.
Recorde-se que a nomeação de Fábio Teixeira para o cargo de coordenador da EMER, em fevereiro deste ano, motivou críticas dada a sua formação de base em Enfermagem.
“Eu tomei posse no dia 19 de janeiro e deparei-me de imediato com grandes necessidades ao nível da gestão da contratação pública”, explica Nery Nina, acrescentando que a EMER identificou vários candidatos com competências adequadas para o cargo. Porém, muito deles estavam no setor privado e só estariam disponíveis 60 dias depois, o que não era compatível com a urgência das necessidades existentes.
“Eu não conhecia o Fábio Teixeira e fiquei agradavelmente impressionado com a sua formação internacional. Além disso, tinha quatro anos de experiência no setor privado em funções relacionadas com esta área”, justificou o presidente da EMER. Sublinhou ainda que o antigo responsável acabou por pedir a exoneração por não se sentir confortável com o nível de escrutínio público a que foi sujeito.
A EMER 2030 tem como objetivo garantir o cumprimento das metas do Plano Nacional de Energia e Clima 2030.
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