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EASE critica Bruxelas por limitar apoio de 1,8 ME em baterias a carros elétricos

Associação do setor alerta para exclusão do armazenamento energético estacionário. “Continua a ser preocupante a incerteza quanto ao facto de o ‘Battery Booster’ se limitar a uma única utilização”, considera o secretário-geral.

19 Dez 2025 - 09:00

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Foto: Adobe Stock/xiaoliangge

Foto: Adobe Stock/xiaoliangge

A Comissão Europeia divulgou a 16 de dezembro a Estratégia “Battery Booster”, integrada no Plano de Ação Automóvel Europeu, mobilizando 1,5 mil milhões de euros em empréstimos sem juros e 300 milhões adicionais para matérias-primas críticas à cadeia de valor de baterias. Patrick Clerens, secretário-geral da Associação Europeia para Armazenamento de Energia (EASE, na sigla inglesa), reconheceu os méritos da estratégia, mas não poupou críticas à sua formulação. “Continua a ser preocupante a incerteza quanto ao facto de o ‘Battery booster’ se limitar a uma única utilização, nomeadamente os veículos elétricos”, refere.

A estratégia de Bruxelas pretende reforçar a capacidade de produção europeia de células de bateria e consolidar uma cadeia de abastecimento autónoma, num contexto de crescente dependência tecnológica face a fornecedores extracomunitários. Clerens admite: “Consideramos que qualquer iniciativa da União Europeia relativa às baterias deve ter em conta o papel cada vez mais importante das baterias estacionárias na produção e na implantação”.

Clerens recorda também que as baterias já representam metade da capacidade de armazenamento energético instalada na Europa e constituem a tecnologia limpa de maior crescimento. A ausência de apoio ao armazenamento estacionário, crucial para a gestão de redes elétricas e integração de renováveis, pode dificultar o cumprimento dos objetivos climáticos europeus.

Quanto ao desenvolvimento da cadeia de abastecimento europeia de baterias, a associação congratulou-se com a “abordagem abrangente ao desenvolvimento da cadeia de valor das baterias da União Europeia. Uma cadeia de abastecimento forte beneficia todo o ecossistema das baterias, apoiando economias de escala, inovação e reduções de custos em todas as aplicações”.

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