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ENNO já fornece 160 GWh de eletricidade renovável a mais de 9 mil instalações no Grande Porto
A comunidade energética integra um modelo que combina diferentes fontes de produção renovável e reforça o compromisso de combater a pobreza energética e de desenvolver soluções “mais inclusivas e acessíveis" na área do Grande Porto.
03 Jun 2026 - 14:31
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Foto: Vecteezy
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A ENNO, Comunidade de Energia Renovável do Norte, assinala nesta quarta-feira o seu primeiro ano de atividade e destaca a consolidação do seu papel na transição energética em Portugal, após atingir a partilha de cerca de 160 GWh de eletricidade renovável no Grande Porto e abastecer mais de 9 mil instalações.
A comunidade energética, fundada pela LIPOR em colaboração com a Agência de Energia do Porto, integra um modelo que combina diferentes fontes de produção renovável, incluindo a Central de Valorização Energética da LIPOR e cerca de 60 instalações fotovoltaicas de 28 entidades parceiras.
De acordo com a ENNO, este sistema permite “otimizar a gestão e distribuição da energia produzida localmente ao reforçar a eficiência do modelo e a capacidade de resposta às necessidades dos consumidores”.
Além disso, o modelo energético da ENNO, segundo explicam, permite ainda a redução de até 30% dos custos da energia, menor exposição à volatilidade do mercado e “uma contribuição efetiva para os objetivos da neutralidade carbónica”, afirmam em comunicado.
A ENNO reforça ainda a dimensão social do projeto e reforça o compromisso de ajudar no combate à pobreza energética e na construção de soluções “mais inclusivas e acessíveis” na área do Grande Porto.
A comunidade energética foi distinguida nos Prémios Lusófonos da Criatividade, nas categorias de naming, branding e ambiente e sustentabilidade, um reconhecimento que, segundo a organização, “valida a relevância e o impacto do projeto também ao nível da comunicação e do posicionamento estratégico”.
Um ano após a sua constituição, a ENNO considera que o percurso realizado demonstra que a transição energética “se faz através da colaboração entre instituições, tecnologia, inovação e compromisso com o território”, acrescentando que este primeiro ano representa apenas o início de um projeto “que pretende continuar a crescer e a liderar a transformação energética em Portugal”.
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