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Governo investe 14,9 milhões para evitar erosão costeira entre Quarteira e Garrão

Intervenção prevê depositar 1,4 milhões de metros cúbicos de sedimentos ao longo de 6,7 quilómetros de costa algarvia antes da época balnear, numa corrida contra a erosão costeira acelerada.

06 Jan 2026 - 14:04

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Foto: Freepik

Foto: Freepik

As obras de alimentação artificial do troço costeiro entre Quarteira e o Garrão arrancam na próxima segunda-feira, dia 12 de janeiro, numa operação que pretende evitar a erosão que tem vindo a consumir o areal algarvio. O projeto, inscrito no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de Santo António, representa um investimento de 14,9 milhões de euros e foi adjudicado à empresa espanhola Dravosa S.A., após concurso público internacional lançado em setembro passado.

A intervenção prevê o despejo de 1,4 milhões de metros cúbicos de sedimentos ao longo de 6,7 quilómetros de frente marítima, uma operação de engenharia costeira que deverá alargar a parte emersa das praias em cerca de 37,5 metros, em média. O Ministério do Ambiente garante que a empreitada estará concluída antes do arranque da época balnear.

Segundo o comunicado oficial, a alimentação artificial visa não apenas mitigar a erosão das arribas, mas também “assegurar a ausência de efeitos negativos no sistema de ilhas barreira da Ria Formosa”, situada a sotamar.

A ministra do Ambiente e Energia explica que “esta é uma das muitas intervenções que estão já em execução no litoral do Algarve, como a da Praia do Vau, em Portimão; a renaturalização da Península do Ancão; a alimentação artificial da Praia da Fuzeta e Ilha da Armona; e a obra já em estudo para a reestruturação dos Molhos de Quarteira”. Maria da Graça Carvalho classifica estas operações como “fundamentais para o país”, destinadas a “garantir a segurança das populações e a proteção da orla costeira”.

O projeto passou pelos trâmites ambientais obrigatórios, incluindo a elaboração de um Estudo de Impacte Ambiental e a emissão da respetiva Declaração de Impacte Ambiental, segundo o ministério. A assinatura do contrato com a Dravosa está agendada para 10 de janeiro, em Loulé, dois dias antes do início efetivo dos trabalhos.

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