2 min leitura
Ministra do Ambiente desvaloriza acusações da CAP relativamente ao PNRN: “Acho muito estranha esta posição”
Perante as acusações feitas pela CAP ao Governo, a ministra Ambiente e da Energia afirma que a confederação esteve presente em todas as reuniões da Comissão de Acompanhamento para a execução do plano.
02 Jun 2026 - 21:20
2 min leitura
Foto: Portal do Governo
- Investigadores descobrem recifes de coral resistentes às alterações climáticas
- Reino Unido investe 256 ME em combustível sustentável para aviação
- Livre propõe mais fiscalização na captura de ouriço do mar
- Mina de Aljustrel recebe investimento de 400 ME com foco na transição energética
- Governo lança programa de aceleração com aposta em tecnologia climática e energia limpa
- Falta de informação é principal barreira para consumo sustentável dos portugueses
Foto: Portal do Governo
A ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, desvaloriza as acusações e a “estranha posição” tomada nesta terça-feira pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), relativamente ao Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), apresentado no mesmo dia.
“Acho muito estranha esta posição”, confessou a ministra no fim do evento de apresentação do PNRN, no Instituto Superior de Agronomia. “A CAP pertence à Comissão de acompanhamento e esteve sempre presente”, acrescenta.
Em causa estão as acusações feitas pela CAP ao Governo de quebra de confiança ao não discutir as medidas do plano na comissão de acompanhamento. Como consequência, a confederação não esteve presente na apresentação do PNRN , que decorreu nesta terça-feira.
Perante estas acusações, a ministra afirma que a CAP marcou presença nas mais de 50 reuniões da comissão de acompanhamento, da qual faz parte, e relembra que todos estes encontros foram gravados e estão disponíveis para consulta pública.
Questionada pelos jornalistas acerca da ausência da CAP no evento, a ministra desvalorizou a decisão: “Só faz falta quem cá está”, reforça.
Além disso, relembra que o documento hoje apresentado é apenas um primeiro projeto do PNRN. Numa próxima fase, haverá uma consulta formal aos vários grupos sócioeconómicos, incluindo a indústria, a floresta e também a agricultura.
Apenas após a auscultação destes grupos é que será iniciado o período de consulta pública formal durante 30 dias, cujos contributos poderão integrar a versão final do PNRN, que será posteriormente submetida à Comissão Europeia.
A ministra prevê que a versão final do PNRN esteja concluída até ao fim de agosto, para que seja submetida para aprovação da Comissão Europeia no início de setembro.
- Investigadores descobrem recifes de coral resistentes às alterações climáticas
- Reino Unido investe 256 ME em combustível sustentável para aviação
- Livre propõe mais fiscalização na captura de ouriço do mar
- Mina de Aljustrel recebe investimento de 400 ME com foco na transição energética
- Governo lança programa de aceleração com aposta em tecnologia climática e energia limpa
- Falta de informação é principal barreira para consumo sustentável dos portugueses