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LIPOR fica abaixo da média nacional na produção de resíduos urbanos

Na associação a produção de resíduos urbanos cresceu 2,54% em 2024, enquanto a média nacional subiu 3,97%. Resultado deveu-se a uma forte aposta na compostagem caseira e comunitária.

13 Out 2025 - 15:24

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Foto: Adobe stock/Alex

Foto: Adobe stock/Alex

A LIPOR apresentou os seus principais resultados e estratégias na gestão de resíduos em 2024, face ao último Relatório Anual de Resíduos Urbanos (RU). No ano passado, a associação manteve-se abaixo da média nacional no que toca à produção de resíduos, apesar de ter registado um aumento a par da tendência nacional.

Responsável por gerir os resíduos de mais de um milhão de habitantes na região do Porto, na LIPOR a produção de RU cresceu 2,54%, enquanto a média nacional subiu 3,97%. Este valor deveu-se a uma forte aposta na compostagem caseira e comunitária, que levaram ao tratamento local de 5 679 toneladas de biorresíduos, segundo o comunicado pela associação no LinkedIn.

Os municípios que estão associados à LIPOR – Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Valongo – já recolheram seletivamente 28% dos seus RU, sendo que a média nacional que consta do relatório é de apenas 23%. A associação explica que “este resultado deriva da expansão da recolha seletiva em projetos de porta-a-porta no setor residencial e não residencial, aumento da recolha com contentores de via pública dedicados, ecocentros móveis e reforço da rede de ecopontos”. O seu sistema de gestão estima uma taxa de captura acima de 20%.

A associação já alcançou taxas de deposição em aterro muito inferiores à média portuguesa de 54% com a sua operação de Unidade de Valorização Energética. O relatório aponta que a LIPOR depositou apenas 7%, seguindo os 3% da Valorsul, estando ambas alinhadas com a meta europeia de 10% até 2035.

Foram ainda anunciados pela entidade projetos para a construção de uma linha de Triagem de Plásticos e uma unidade de Digestão Anaeróbia, de forma a continuar a potenciar a circularidade dos seus resíduos urbanos.

Em 2024, a quantidade de resíduos urbanos (RU) produzidos em Portugal voltou a aumentar. Cada pessoa gerou, em média, 517 kg de lixo, o que corresponde a cerca de 1,4 kg diários. Quanto ao tratamento final, o aterro manteve-se como o principal destino dos resíduos, embora tenha registado uma ligeira redução: 54% dos resíduos foram depositados em aterro, menos 7 pontos percentuais do que em 2023.

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