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MAPFRE quer neutralizar 80% da sua pegada de carbono em 2025
Seguradora espanhola acelera ações de descarbonização e reforça metas globais de sustentabilidade. No investimento, compromete-se a reduzir em 43% a intensidade das emissões da sua carteira até 2030.
24 Out 2025 - 17:34
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A MAPFRE pretende neutralizar mais de 80% da sua pegada de carbono em 13 países até ao final de 2025, rumo ao objetivo de ser neutra em carbono em toda a operação em 2030 e atingir emissões líquidas nulas até 2050.
Segundo a seguradora espanhola, que está em Portugal desde 1986, no último ano a empresa reduziu a pegada de carbono global em 25% face a 2022, superando a meta prevista para o ano, graças sobretudo à diminuição do consumo de combustíveis fósseis e ao aumento do uso de energias renováveis.
A mobilidade sustentável tem sido uma das apostas. A substituição de viaturas por modelos híbridos ou elétricos permitiu poupar mais de 124 mil litros de combustível e evitar a emissão de 450 toneladas de CO₂, um valor equivalente à capacidade de absorção de mais de 21 mil árvores num ano, complementada por incentivos como parques para bicicletas, aluguer de veículos elétricos e pontos de carregamento, segundo informa numa nota enviada à imprensa.
A empresa reforçou ainda contratos de fornecimento de eletricidade de origem renovável em vários mercados internacionais e expandiu instalações solares próprias, tornando o consumo elétrico global de fonte renovável.
No investimento, a seguradora compromete-se a reduzir em 43% a intensidade das emissões da sua carteira até 2030, ao mesmo tempo que aumentará a aposta em soluções que apoiem a transição para uma economia de baixo carbono.
A gestão de resíduos também integra a estratégia. Em 2024, 96% dos resíduos geridos foram reciclados, incluindo cerca de 700 toneladas de peças automóvel recuperadas através do centro tecnológico CESVIMAP, o centro de I&D da MAPFRE que recupera peças de veículos sinistrados para serem reutilizadas noutros veículos.
A empresa diz que vai participar na COP 30, a decorrer em novembro no Brasil, para reforçar os compromissos ambientais e o seu papel na transição energética.
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