2 min leitura
Sonae Arauco reduz emissões de GEE em 41% desde 2019
Intensidade carbónica cai 38% e empresa acelera rumo à meta de descarbonização para 2033. Objetivo é atingir uma redução de pelo menos 58,8% nesse ano.
26 Nov 2025 - 15:40
2 min leitura
- Aterro de Vila Real retoma atividade e receção de resíduos urbanos nesta sexta-feira
- Bruxelas abre investigação a apoio estatal romeno para central nuclear
- Portugal entre os países com mais plástico da pesca no mercado europeu
- Seguradores já pagaram 359 milhões de euros em indemnizações pelo mau tempo
- Powerdot e Uber firmam parceria para reduzir custos de carregamento de motoristas elétricos na Europa
- ERSE debate armazenamento de energia e desafios regulatórios
A Sonae Arauco reduziu as suas emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 16% no último ano, alcançando uma diminuição total de 41% desde 2019, de acordo com o Relatório de Emissões de GEE 2024, recentemente auditado e divulgado. A intensidade carbónica por metro cúbico produzido também caiu 38% desde 2019, reforçando o alinhamento da empresa com os objetivos do Acordo de Paris, segundo explica em comunicado. O objetivo é atingir uma redução de pelo menos 58,8% até 2033.
Segundo o Relatório de Emissões de GEE de 2024, as emissões totais da empresa (âmbitos 1, 2 e 3) totalizaram 1,18 milhões de toneladas de CO₂ equivalente (MtCO₂e) em 2024.
Cristian Knollseisen, Chief Financial Officer da Sonae Arauco, destaca os resultados com a atividade sustentável da empresa, “seja através dos produtos que coloca no mercado, que são sumidouros de dióxido de carbono, do seu modelo de economia circular ou da contribuição para uma gestão responsável da floresta”.
Em Portugal, entre as principais medidas recentes para a redução das emissões, destacam-se a eliminação da utilização de gás natural na unidade de Mangualde, substituído por energia 100% renovável, num projeto com a Capwatt; o aumento do mix de energias renováveis na compra de eletricidade; e a eletrificação da frota automóvel e dos empilhadores utilizados nas suas unidades.
As medidas de mitigação das emissões são transversais a todas operações do grupo a nível mundial, desde Portugal, passando por Espanha, Alemanha, até à África do Sul. A empresa refere que aposta em energias renováveis, contratos de fornecimento verde e eletrificação de maquinaria.
As emissões de âmbito 3, que representam cerca de 82% do total, registaram uma redução de 39% desde 2019, impulsionada pela colaboração com fornecedores na obtenção de fatores de emissão mais precisos e pelo reforço de estratégias de reciclagem e reutilização.
Apesar dos avanços, o grupo mantém uma meta ambiciosa: reduzir, até 2033, pelo menos 58,8% das emissões face a 2019. Para isso, está a integrar métricas de CO₂ no planeamento de investimentos e a desenvolver roteiros específicos de descarbonização para cada unidade industrial e categorias-chave da cadeia de valor.
- Aterro de Vila Real retoma atividade e receção de resíduos urbanos nesta sexta-feira
- Bruxelas abre investigação a apoio estatal romeno para central nuclear
- Portugal entre os países com mais plástico da pesca no mercado europeu
- Seguradores já pagaram 359 milhões de euros em indemnizações pelo mau tempo
- Powerdot e Uber firmam parceria para reduzir custos de carregamento de motoristas elétricos na Europa
- ERSE debate armazenamento de energia e desafios regulatórios