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The Equator Company assegura projetos de 8,5 milhões de euros em quatro geografias
Empresa portuguesa coordena consórcio europeu para transformar padrões de consumo e desenvolve projetos de saneamento, energia e resiliência climática.
14 Set 2026 - 07:38
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Foto: Freepik
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A portuguesa The Equator Company ganhou seis novos projetos nas Fiji, Moçambique, Portugal e no âmbito do Horizon Europe, em áreas como água, saneamento, energia eólica, aviação, mineração e sistemas alimentares, numa faturação superior a 8,5 milhões de euros.
Num comunicado, o grupo, especializado em consultoria de infraestruturas críticas e sustentabilidade, indicou que “desde o início do ano, a The Equator Company ganhou seis novos projetos em quatro geografias — Fiji, Moçambique, Portugal e um consórcio europeu no âmbito do Horizon Europe — em diversas áreas como água, saneamento, energia eólica, aviação, mineração e sistemas alimentares”.
Segundo a empresa, no conjunto, “os seis projetos representam um valor acumulado de faturação superior a 8,5 milhões de euros”, sendo que entre os clientes “contam-se organismos multilaterais, a Comissão Europeia e empresas privadas de referência como a Boliden”.
De acordo com o grupo, o projeto de maior dimensão financeira, com um valor global superior a 5 milhões de euros, é o Foodwise, “um consórcio com parceiros de seis países (Portugal, Alemanha, Chéquia, Itália, Países Baixos e Reino Unido) que a Equator coordena ao abrigo do programa Horizon Europe”.
Este projeto é financiado pela União Europeia “no âmbito dos programas dedicados aos padrões de consumo e à consciência ambiental enquanto fatores de aceleração da economia circular” e visa “colmatar o desfasamento persistente entre a consciência ambiental dos consumidores e o seu comportamento real de compra”.
Em Fiji, a empresa é responsável pelo plano diretor participativo de saneamento de Savusavu e em Moçambique, “a Equator apoia a reabilitação do sistema de saneamento da cidade da Beira”.
Já em Portugal, a Equator destacou o desenvolvimento de um plano de transição climática e uma análise de resiliência climática para a NAV Portugal, e para o projeto para a Boliden Somincor, em Castro Verde, para quem “está a desenvolver um modelo de avaliação de impacto social e um projeto de cadeia de valor de talento local para reduzir a dependência económica das comunidades locais”.
A empresa está a trabalhar em cerca de 30 países em quatro continentes, incluindo contratos plurianuais em curso, em geografias tão distintas como Angola, Barbados ou Sint Maarten.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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