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Acelen investe 1,38 mil ME para construção de biorrefinaria no Brasil
A nova biorrefinaria da Baia terá capacidade para produzir um mil milhão de litros anuais de Combustível Sustentável de Aviação. O investimento total deve superar 2,58 mil milhões de euros.
22 Mai 2026 - 10:52
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A Acelen Renováveis anunciou nesta sexta-feira um investimento de 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,38 mil milhões de euros) para iniciar a construção de uma biorrefinaria de combustíveis renováveis na Baía.
A empresa de energia pertence a Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi Emirados Árabes Unidos.
A expetativa da empresa é que a construção da biorrefinaria na cidade baiana de São Francisco do Conde leve dois anos e meio, e que as operações estão previstas para início de 2029.
A nova unidade terá capacidade para produzir um mil milhão de litros anuais de Combustível Sustentável de Aviação (SAF, na sigla em inglês).
Já o “Diesel Verde” (HVO, na sigla em inglês), que é biocombustível produzido a partir de óleos vegetais ou de gordura animal, a empresa estima volume equivalente a 20 mil barris por dia.
O empreendimento, informou a Acelen Renováveis, já tem engenharia integrada concluída, “contratos estratégicos negociados” e aproximadamente 90% da comercialização de SAF e de HVO já estruturados e assinados.
Parte dos investimentos será financiada por um consórcio apoiado e liderado por HSBC e IFC, que reúne dez instituições financeiras nacionais e internacionais.
São elas: Banco Nacional do Desenvolvimento Económico e Social(BNDES), First Abu Dhabi Bank, Abu Dhabi Commercial Bank, BID Invest, Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), Development Finance Institute Canada (FinDev Canada), KfW IPEX-Bank, Bradesco, BBVA, Bank of China.
O investimento total na primeira unidade integrada deve superar 3 mil milhões de dólares, o equivalente a 2,58 mil milhões de euros, o que inclui o desenvolvimento agroindustrial com plantação, extração e beneficiamento dos coprodutos da macaúba.
Segundo da empresa, a nova biorrefinaria busca posicionar o Brasil entre os principais polos globais de combustíveis sustentáveis para aviação e transporte pesado, além de ampliar a segurança energética.
O sócio do Mubadala Capital, Leonardo Yamamoto, informou, por meio de nota, que o Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética global, “combinando escala agrícola, excelência industrial e uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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