2 min leitura
Associação do alumínio alerta para impactos do acordo UE-Índia na transição energética e autonomia industrial
Associação Portuguesa do Alumínio teme concorrência desleal e pede salvaguardas para proteger indústria estratégica na Europa.
24 Fev 2026 - 13:43
2 min leitura
Foto: Freepik
- Arranca no Tejo a “maior operação de barcos elétricos do mundo”
- Santarém recebe 4.º Encontro Nacional das Guardiãs da Natureza
- Ministra do Ambiente e da Energia rejeita acabar com o sistema “Volta”
- UE aumenta licenças de carbono gratuitas para travar fuga de produção industrial
- Fundo Ambiental canaliza 3,8 ME para fomentar cogestão das áreas protegidas
- ADENE apresenta simulador de mobilidade elétrica para apoiar a transição para veículos limpos
Foto: Freepik
A Associação Portuguesa do Alumínio (APAL) alertou nesta terça-feira para os impactos negativos do acordo comercial entre a União Europeia (UE) e a Índia no setor do alumínio em Portugal, exigindo salvaguardas do Governo e das instituições europeias.
A APAL nomeou fatores como custos energéticos, pressão regulatória ambiental e crescente concorrência internacional, enquanto desafios estruturais para o setor industrial na Europa.
“O acordo poderá agravar situações de concorrência desleal, colocando em causa a sustentabilidade económica e industrial de um setor considerado estratégico para a transição energética e para a autonomia industrial europeia”, lê-se no comunicado divulgado pela associação.
Desta forma, a associação dirigiu uma carta ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, ao primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, aos Ministérios dos Negócios Estrangeiros, Finanças e Ambiente e aos deputados portugueses ao Parlamento Europeu, visando assegurar que as preocupações do setor fossem consideradas na reunião do Conselho Europeu de 12 de fevereiro.
A APAL defende a adoção de mecanismos de proteção eficazes para setores industriais estratégicos, bem como regras que promovam a preferência europeia em áreas sensíveis e uma abordagem estruturada de redução dos riscos económicos e industriais associados a acordos comerciais internacionais.
“A APAL sublinha que o setor do alumínio desempenha um papel essencial em cadeias de valor críticas para a economia europeia, nomeadamente na construção, mobilidade sustentável, energia e indústria transformadora, sendo determinante para objetivos como a descarbonização e a circularidade dos materiais”, referiu no comunicado.
Neste sentido, reforçou a necessidade de uma análise aprofundada dos impactos económicos e industriais decorrentes do acordo comercial entre a UE e a Índia.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- Arranca no Tejo a “maior operação de barcos elétricos do mundo”
- Santarém recebe 4.º Encontro Nacional das Guardiãs da Natureza
- Ministra do Ambiente e da Energia rejeita acabar com o sistema “Volta”
- UE aumenta licenças de carbono gratuitas para travar fuga de produção industrial
- Fundo Ambiental canaliza 3,8 ME para fomentar cogestão das áreas protegidas
- ADENE apresenta simulador de mobilidade elétrica para apoiar a transição para veículos limpos