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BP e Venezuela assinam memorando para exploração de gás

A negociação da Venezuela com a BP soma-se a outras já realizadas com a ENI, a Chevron e a Repsol, depois de os EUA terem flexibilizado as sanções impostas em 2019 ao mercado petrolífero venezuelano.

30 Abr 2026 - 08:08

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Foto: Unsplash

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O Governo da Venezuela assinou um memorando com a empresa britânica BP para explorar gás na plataforma Deltana, uma zona marítima a nordeste do país, que se encontra no mar e longe da costa, informou hoje a presidente em exercício, Delcy Rodríguez.

“Quero felicitar a assinatura deste memorando de entendimento para exploração de gás, costa fora, na plataforma Deltana”, disse a presidente interina numa transmissão do canal estatal Venezolana de Televisión.

O acordo foi assinado no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, pela ministra de Hidrocarbonetos da Venezuela, Paula Henao, e pelo presidente da BP em Trindade e Tobago, David Campbell.

O vice-presidente executivo para o gás e energia baixa em carbono da BP, William Lin, sublinhou que a empresa sabe que há “muito gás” na plataforma Deltana.

“Temos muitas capacidades de comercialização, não apenas de gás, mas também de hidrocarbonetos, e sabemos que podemos ajudar a Venezuela no desenvolvimento desses campos”, referiu Lin, segundo interpretação simultânea.

Além disso, Lin informou que a BP está a abrir um escritório permanente na capital venezuelana, Caracas, e que já contratou uma gerente na Venezuela.

A negociação da Venezuela com a BP soma-se a outras já realizadas com a italiana ENI, a americana Chevron e a espanhola Repsol, depois de os Estados Unidos terem flexibilizado as sanções impostas em 2019 ao mercado petrolífero venezuelano.

Na terça-feira, o Governo da Venezuela assinou um novo contrato com a ENI como parte de uma “das apostas mais importantes” para aumentar a produção de gás e petróleo no campo Junín-5, localizado na rica faixa petrolífera do Orinoco, no sul do país.

A ministra de Hidrocarbonetos e o presidente da PDVSA, Héctor Obregón, assinaram com o diretor de operações e recursos naturais da ENI Venezuela, Guido Brusco, “um contrato para o desenvolvimento das atividades primárias na área Junín-5”, segundo descreveu a Venezolana de Televisión (VTV) sem mais detalhes.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT Green

 

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