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EDP abre candidaturas para levar energia limpa a comunidades remotas
Fundo A2E regressa com um milhão de euros para promover inclusão energética e uma transição justa no Brasil, Moçambique, Quénia, Maláui e Nigéria.
07 Abr 2026 - 12:01
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Foto: Freepik
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A nova edição do Fundo A2E (Access to Energy), cuja 8.ª edição foi lançada nesta terça-feira pela EDP, tem candidaturas abertas até 5 de maio. A iniciativa, que conta com uma dotação global de um milhão de euros, pretende apoiar projetos baseados em energias renováveis em comunidades rurais remotas e desfavorecidas no Brasil, Moçambique, Quénia, Maláui e Nigéria.
O financiamento por projeto poderá variar entre 50 mil e 150 mil euros, cobrindo até 75% dos custos no caso de organizações sem fins lucrativos e até 50% para entidades com fins lucrativos. As candidaturas podem ser submetidas no ‘site’ do programa até 5 de maio.
Em foco estão áreas consideradas críticas para o desenvolvimento sustentável: educação, saúde, água, dinamização comunitária e negócios. Os resultados serão conhecidos no último trimestre de 2026.
O Fundo A2E apresenta-se como um instrumento de política empresarial com impacto social direto. Desde o seu lançamento, em 2018, já recebeu mais de 1.100 candidaturas e financiou 56 projetos, num investimento acumulado de 5,5 milhões de euros, indica a EDP em comunicado. No terreno, os números traduzem-se em 855 mil beneficiários diretos e mais de nove milhões de pessoas impactadas indiretamente.
A empresa descreve que, na Amazónia brasileira, um projeto do Instituto Puxirum instalou sistemas solares para bombagem de água, garantindo acesso a água potável. Em Moçambique, centros de saúde rurais passaram a dispor de energia fiável graças a sistemas fotovoltaicos, enquanto no Quénia soluções solares descentralizadas levaram eletricidade e água a comunidades vulneráveis, incluindo campos de refugiados.
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