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Finerge assegura financiamento de €115 milhões para projetos solares híbridos
No conjunto, quatro projetos acrescentarão 257 MWp de nova capacidade solar instalada ao portefólio da Finerge.
04 Mai 2026 - 11:06
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Foto Finerge
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Foto Finerge
A Finerge, através da sua subsidiária Central Solar Fotovoltaica de Raia Douro, concluiu um financiamento no montante de €115 milhões para a construção e operação de quatro projetos solares híbridos, no âmbito do Project Sunrise.
Os projetos solares híbridos Sendim, Senhora da Póvoa, Benespera e Riodades estarão ligados a parques eólicos atualmente em operação, permitindo otimizar a produção da Finerge nos respetivos pontos de injeção na rede, informa nesta segunda-feira a empresa especializada em energia eólica.
No seu conjunto, estes projetos acrescentarão 257 MWp de nova capacidade solar instalada ao portefólio da Finerge.
A capacidade financiada no âmbito do Project Sunrise deverá entrar em operação entre a segunda metade de 2026 e a primeira metade de 2027, reforçando “de forma significativa” a capacidade de geração de energia renovável da empresa em Portugal.
A empresa adianta que cerca de 90% da produção solar híbrida será comercializada através de contratos de Power Purchase Agreements (PPA) por um período de 10 anos, combinando modalidades de ‘pay-as-produced’ e ‘baseload’, assegurando visibilidade de receitas a longo prazo e contribuição para a mitigação do risco de mercado, sublinha a Finerge.
O Project Sunrise foi estruturado como uma operação de ‘project finance’, com o financiamento contratado ao nível de cada projeto, sendo a Central Solar Fotovoltaica de Raia Douro a entidade mutuária. A Finerge contou com o apoio da Alantra como assessor financeiro da operação, que foi financiada por um sindicato bancário composto pela Caixa Geral de Depósitos, Banco Comercial Português e Banco de Sabadell, sucursal em Portugal.
“Este financiamento representa mais um marco importante na execução da estratégia de crescimento orgânico da Finerge, potenciando as sinergias entre as tecnologias eólica e solar, e maximizando o valor dos nossos ativos existentes”, afirma Pedro Norton, CEO da Finerge.
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