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Galp reduz custo da energia em 4% e do gás natural em 14% a partir de janeiro
Atualização "acompanha a redução dos preços da energia nos mercados", refere a Galp, e terá efeitos a partir do primeiro dia do próximo mês.
05 Dez 2025 - 13:05
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Foto: Galp
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A Galp vai descer as tarifas de consumo de energia a partir de 1 de janeiro de 2026, em 4% na eletricidade e 14% no gás natural, acompanhando a redução nos mercados, segundo adiantou à Lusa a empresa.
Fonte oficial da Galp avançou que irá proceder a uma atualização dos preços de eletricidade e de gás natural, com descidas médias de 4% e 14%, respetivamente, nos termos de comercializador (termo fixo e energia), ou seja, nas parcelas da fatura que dela dependem.
Esta decisão, justificou, “acompanha a redução dos preços da energia nos mercados” e terá efeitos a partir do início de janeiro.
Tendo em conta que a proposta de tarifário de eletricidade da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para 2026 prevê um aumento médio de 3% para a atualização das tarifas de acesso às redes – o valor final será divulgado até 15 de dezembro -, as estimativas da Galp são as de que o impacto real seja uma descida média de cerca de 1% na fatura final da eletricidade, o que corresponde a uma redução média de 30 cêntimos.
Já no caso do gás natural, as reduções comunicadas pela empresa já contemplam as tarifas de acesso à rede em vigor, que não sofrem alterações em janeiro (o ano gás não corresponde ao ano civil), mantendo-se integralmente a descida de 14% que corresponde a uma redução média de 2,84 euros na fatura mensal.
De acordo com a proposta da ERSE apresentada em 15 de outubro, no caso dos consumidores em baixa tensão, onde se incluem os domésticos, a variação das tarifas de acesso às redes implicará um acréscimo de 3%.
No mercado liberalizado, a variação do preço final depende das tarifas de acesso às redes e da componente de energia, adquirida por cada comercializador nos mercados grossistas, acrescida da respetiva margem de comercialização, que no caso da EDP Comercial terá a redução anunciada de 4%.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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