1 min leitura
General Motors vai reduzir produção de elétricos nos EUA
Medida surge após Donald Trump ter decidido acabar com os incentivos fiscais para a venda destes automóveis.
05 Set 2025 - 06:40
1 min leitura
Foto: Unsplash
- Projeto mineiro prevê produzir 50 mil toneladas de grafite por ano em Moçambique
- Comissão Europeia revê CELE e mobiliza 100 mil milhões para descarbonizar a indústria
- Eletricidade é uma das áreas com menos pedidos de patente em Portugal
- Ember pede metas mais ambiciosas de eletrificação no plano da Comissão Europeia
- EDIA lança concurso de 990 mil euros para arrancar com Barragem de Terges e Cobres
- Bruxelas lança Plano de Ação para a Eletrificação para tornar a Europa no “primeiro continente elétrico do mundo”
Foto: Unsplash
A General Motors (GM) vai reduzir a produção de veículos elétricos nos EUA, após Donald Trump ter decidido acabar, a partir de 30 de setembro, com os incentivos fiscais para a venda destes automóveis.
A GM vai suspender, durante várias semanas, a sua produção na fábrica de Spring Hill, no Tenessee, e ajustar a sua produção nas fábricas de Fairfax, em Kansas City, e CAMI, no Canadá.
Na terça-feira, o presidente da GM North América, Duncan Aldred, avisou que a empresa seria forçada a ajustar a sua produção devido ao fim dos incentivos fiscais.
“É quase certo que teremos um mercado de veículos elétricos mais pequeno durante algum tempo”, apontou, na altura.
Em agosto, as vendas de veículos elétricos da GM atingiram um recorde de 21 mil unidades.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- Projeto mineiro prevê produzir 50 mil toneladas de grafite por ano em Moçambique
- Comissão Europeia revê CELE e mobiliza 100 mil milhões para descarbonizar a indústria
- Eletricidade é uma das áreas com menos pedidos de patente em Portugal
- Ember pede metas mais ambiciosas de eletrificação no plano da Comissão Europeia
- EDIA lança concurso de 990 mil euros para arrancar com Barragem de Terges e Cobres
- Bruxelas lança Plano de Ação para a Eletrificação para tornar a Europa no “primeiro continente elétrico do mundo”