2 min leitura
Hyperion vai fornecer energia renovável à Repsol durante 10 anos
PPA híbrido combina produção solar e eólica. O fornecimento terá início em 2028 com base em dois projetos na região de Évora.
22 Jun 2026 - 11:34
2 min leitura
Foto: Hyperion Renewables
- Beja vai receber debate nacional sobre regadio e inovação agrícola com Alqueva em destaque
- Reino Unido apresenta ferramentas para mitigar riscos das pressões ambientais nas comunidades
- Rua em Arroios escolhida para testar novas formas de mobilidade em Lisboa
- China: luta global pela descarbonização não estagna devido à ausência de países individuais
- Bruxelas aprova apoio de 30 ME para agricultores portugueses afetados pelas tempestades
- Aposta nas proteínas vegetais pode reduzir emissões e dependência do setor alimentar da UE
Foto: Hyperion Renewables
A Hyperion Renewables e a Repsol assinaram um acordo de compra e venda de energia renovável que combina produção solar e eólica num PPA (power purchase agreement) híbrido.
A energia será produzida a partir de dois projetos complementares no distrito de Évora, nomeadamente, uma central solar fotovoltaica em Estremoz e um parque eólico no concelho de Sousel.
Segundo informa a Hyperion Renewablesnuma nota enviada às redações, nesta segunda-feira, o fornecimento terá início em 2028 e irá manter-se durante 10 anos. No total, os dois ativos deverão entregar à Repsol cerca de 140.000 MWh de energia renovável por ano, evitando a emissão anual de mais de 23 mil toneladas de CO₂. Este volume corresponde ao consumo elétrico anual de aproximadamente 40 mil casas.
“Este acordo marca um momento importante para a Hyperion Renewables e para o nosso país. Ao estruturar um PPA que combina produção solar e eólica, damos um passo concreto na criação de soluções renováveis mais eficientes, previsíveis e alinhadas com as necessidades de descarbonização das empresas”, refere Aytea Alvarez Amandi, CEO da Hyperion Renewables. Na sua perspetiva, acrescenta que “num contexto em que a Europa está a acelerar as suas metas de neutralidade carbónica, acreditamos que os projetos híbridos terão um papel cada vez mais relevante na transição energética, pela sua capacidade de otimizar recursos, aumentar a complementaridade da produção e oferecer maior estabilidade aos consumidores”.
Recorde-se que a empresa anunciou, em dezembro passado, o início da construção de dois projetos de armazenamento de energia em bateria (BESS, na sigla inglesa) nos concelhos de Évora e Estremoz, em parceria com a Omexom Portugal e a Saft.
Os sistemas, com uma potência de injeção de 16 MW e uma capacidade de armazenamento de 64 MWh, serão integrados em centrais solares fotovoltaicas já existentes.
Os projetos estão associados a centrais solares com 29 MWp e 52 MWp de potência instalada e permitirão armazenar energia produzida durante os períodos de maior geração solar para posterior injeção na rede.
De acordo com a empresa, a energia armazenada será suficiente para abastecer diariamente mais de 5.000 famílias.
- Beja vai receber debate nacional sobre regadio e inovação agrícola com Alqueva em destaque
- Reino Unido apresenta ferramentas para mitigar riscos das pressões ambientais nas comunidades
- Rua em Arroios escolhida para testar novas formas de mobilidade em Lisboa
- China: luta global pela descarbonização não estagna devido à ausência de países individuais
- Bruxelas aprova apoio de 30 ME para agricultores portugueses afetados pelas tempestades
- Aposta nas proteínas vegetais pode reduzir emissões e dependência do setor alimentar da UE