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Sensor de hidrogénio resistente à humidade pode reforçar segurança na transição energética

Nova tecnologia desenvolvida na Suécia melhora deteção de fugas em ambientes húmidos e poderá facilitar a utilização do hidrogénio em larga escala.

08 Fev 2026 - 10:46

2 min leitura

Foto: Adobe Stock/Anusorn

Foto: Adobe Stock/Anusorn

Investigadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers (UTC), na Suécia, desenvolveram um novo sensor de hidrogénio resistente à humidade que promete aumentar a segurança em aplicações de energia limpa.

O dispositivo foi concebido para detetar fugas de hidrogénio e evitar a formação de gás oxídrico inflamável quando o hidrogénio se mistura com o ar.

Segundo explica a UTC em comunicado, ao contrário dos sensores atuais, que tendem a perder desempenho em ambientes húmidos, o novo sensor torna-se mais eficiente à medida que a humidade aumenta. Segundo a equipa de investigação, esta característica responde a um desafio comum, já que o hidrogénio está frequentemente presente em locais onde também existe elevada humidade.

Nos testes realizados, o dispositivo demonstrou estabilidade durante mais de 140 horas de exposição contínua a ar húmido e capacidade para detetar hidrogénio em concentrações tão baixas como 30 partes por milhão.

“À medida que o hidrogénio assume um papel cada vez mais importante na sociedade, crescem as exigências por sensores que não sejam apenas pequenos e flexíveis, mas também capazes de ser produzidos em grande escala e a custos mais baixos. O nosso novo conceito de sensor responde bem a estes requisitos”, afirma Christoph Langhammer, professor de Física na Chalmers.

O hidrogénio está a ganhar relevância como vetor energético nos transportes, na indústria química e na produção de aço verde. Com a expansão destas aplicações, aumenta a necessidade de sensores mais pequenos, económicos e fiáveis. De acordo com os investigadores, o novo conceito poderá ser produzido em larga escala e contribuir para sistemas de monitorização mais seguros.

O estudo foi publicado na revista científica ACS Sensors e contou com financiamento de entidades suecas de investigação e parceiros industriais ligados à energia e mobilidade.

 

 

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