2 min leitura
Singapura investe 92 mil ME em projeto inovador para travar subida do nível do mar
Plano inclui criação de novas ilhas, reservatórios e infraestruturas para proteger a cidade-Estado de cheias e tempestades.
05 Jul 2026 - 10:32
2 min leitura
Foto: Magnific
- IA, refrigeração portátil e jardins de chuva: como o Japão se prepara para as alterações climáticas
- Ondas de calor marinhas podem ser prejudiciais para a saúde humana
- Calor extremo transforma quotidiano na “cidade mais quente da Europa”
- Necessidade de energia mais barata afasta centros de dados até 175 km dos centros urbanos
- ERSUC assume constrangimentos na recolha de resíduos no litoral Centro
- Iberdrola reforça operação de 15 parques eólicos no Reino Unido
Foto: Magnific
Singapura vai avançar com um plano inovador para travar as consequências da subida do nível do mar, num investimento avaliado em 100 mil milhões de dólares, cerca de 92 mil milhões de euros.
O projeto, que deverá arrancar até ao final de 2026, prevê a criação de até 800 hectares de novo território através de intervenções na zona costeira, incluindo novas ilhas, um reservatório e uma rede reforçada de canais de drenagem, estações de bombagem e comportas de maré.
De acordo com a Autoridade de Reabilitação Urbana de Singapura, os trabalhos preparatórios terão início após a conclusão de um estudo ambiental, avança a Bloomberg.
O plano, conhecido como “Long Island”, é descrito como uma medida essencial para proteger populações e atividades económicas em zonas particularmente vulneráveis à subida do nível do mar.
Atualmente, cerca de 30% do território de Singapura encontra-se a menos de cinco metros acima do nível médio do mar.
O desenho final do “Long Island”, que poderá incluir cerca de 20 quilómetros de novos parques costeiros, ainda está em fase de estudo e será sujeito a consultas públicas antes de avançar para construção, refere a Bloomberg.
- IA, refrigeração portátil e jardins de chuva: como o Japão se prepara para as alterações climáticas
- Ondas de calor marinhas podem ser prejudiciais para a saúde humana
- Calor extremo transforma quotidiano na “cidade mais quente da Europa”
- Necessidade de energia mais barata afasta centros de dados até 175 km dos centros urbanos
- ERSUC assume constrangimentos na recolha de resíduos no litoral Centro
- Iberdrola reforça operação de 15 parques eólicos no Reino Unido