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Vice-presidente da CE espera que França não negue apoio às interconexões da Península Ibérica

Ministra do Ambiente e Energia anunciou, ao receber Teresa Ribera, que deverá reunir com franceses ainda este ano para discutir o assunto, mas ainda sem data marcada. Governante acredita que França ficou mais aberta após apagão de abril.

24 Out 2025 - 12:38

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Teresa Ribera e Maria da Graça Carvalho | Foto: LinkedIn MAEn

Teresa Ribera e Maria da Graça Carvalho | Foto: LinkedIn MAEn

A ministra do Ambiente e Energia deverá reunir com França ainda este ano para discutir um possível apoio às interligações energéticas da Península Ibérica, revelou nesta sexta-feira, em Lisboa, num encontro com a vice-presidente da Comissão Europeia, Teresa Ribera. Apesar da histórica apreensão francesa, Ribera referiu que espera que “um país pró-europeu como França compreenda que é algo que não pode ser negado”.

A data para a reunião ainda não está marcada. “Como houve algumas mudanças no governo francês, estamos a re-confirmar a data. Este mês é difícil porque estamos a preparar a COP30. Mas esperamos que ainda seja este ano”, acrescentou Maria da Graça Carvalho.

A ministra explica que  França, depois do apagão, revelou “muito maior abertura e assinou um acordo com o BEI para o financiamento a uma das interligações”. Convidou, ainda, Portugal para a reunião, possivelmente em Paris.

“Um dos pontos principais da competitividade europeia é ter uma Europa interligada. Tem sido um processo ao longo das últimas décadas e agora temos um pacote que precisa de ser adaptado até ao fim do ano”, interveio Teresa Ribera. Relembrou que a Comissão propôs, neste quadro financeiro plurianual, multiplicar o montante dedicado à energia e às interligações.

A ministra aproveitou o encontro para referir que ainda quer negociar as propostas europeias para os créditos internacionais, nomeadamente os anos em discussão. Portugal sugeriu 5% já a partir de 2031, enquanto a Comissão propõe 3% a contar só a parir de 2036. “Em 2036 começar a contar para 2040 é muito pouco tempo, são poucos anos. Queríamos que começassem a contar os créditos mais cedo, porque nós temos vários investimentos em países terceiros”, esclareceu Maria da Graça Carvalho.

Teresa Ribera adicionou que, neste momento, “a União Europeia vê-se submetida a uma pressão externa muito grande”, onde aliados tradicionais se quiseram afastar de cena no que toca a matéria climática.

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