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Associações europeias lançam fórum para impulsionar a energia oceânica na Europa

Consórcio, que integra a APREN, quer energia das ondas e das marés a servir de motor da transição energética, através da governança, inovação e visibilidade do setor em toda a União Europeia.

29 Abr 2026 - 16:51

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Foto: Freepik

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As associações europeias de energias renováveis ACER – Associação de Energias Renováveis das Ilhas Canárias e APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis, em parceria com a consultora ENA – Development Consultants, deram o pontapé de saída ao projeto Ocean Energy Forum Support (OEFS). A iniciativa pretende colocar a energia oceânica, incluindo tecnologias de ondas, marés e outras fontes marinhas renováveis, no centro da transição energética europeia.

A energia oceânica oferece “um recurso renovável que é endógeno, previsível e complementar às fontes variáveis. No entanto, para alcançar todo o seu potencial, é necessária uma visão comum e ação concertada”, referem as associações em comunicado. O OEFS surge no âmbito do programa Horizonte Europa e tem como missão estruturar e profissionalizar a rede de stakeholders do setor.

Entre os objetivos do consórcio está a criação de um modelo de governação “transparente, inclusivo e eficiente”, a produção de dados robustos para apoiar políticas nacionais e europeias, e a promoção da participação ao longo de toda a cadeia de valor. O projeto quer ainda assegurar a integração de princípios de transição justa, salvaguardas ambientais e planeamento de competências, para garantir “a continuidade e sustentabilidade do fórum” e contribuir para o Espaço Europeu de Investigação.

A reunião de arranque, organizada pela ACER, juntou representantes de todas as organizações parceiras e serviu para definir uma visão estratégica comum e estabelecer prioridades de ação. Foram abordadas metodologias de apoio às atividades do projeto, sinergias com outras iniciativas do Horizonte Europa e áreas em que a energia oceânica pode ter impacto político e económico no continente.

Nos próximos dois anos, o OEFS vai focar-se em fortalecer o diálogo entre stakeholders, com a promoção de eventos e iniciativas colaborativas com a indústria, decisores políticos, operadores de sistemas energéticos, agências de inovação, associações, PME e universidades. Os primeiros resultados deverão ser divulgados em breve, indicam em comunicado, “para uma melhor compreensão das necessidades do setor e para o desenvolvimento de um ecossistema de energia oceânica mais coordenado e impactante na Europa”.

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