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Banco Europeu de Investimento aprova 9,2 mil ME para acelerar transição energética na Europa
De acordo com o BEI, este apoio vai ser canalizado através de bancos locais e destina-se sobretudo a pequenas e médias empresas que operem nos setores da segurança e defesa, espaço, energia e agricultura.
28 Ago 2026 - 15:46
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Foto: BEI
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Foto: BEI
O Banco Europeu de Investimento (BEI) aprovou nesta sexta-feira 9,2 mil milhões de euros em novos financiamentos destinados a reforçar a competitividade da Europa, acelerar a transição energética e aprofundar parcerias estratégicas em todo o mundo.
O pacote aprovado pelo Conselho de Administração do BEI inclui 4,3 mil milhões de euros em financiamento para empresas na Croácia, Chéquia, França, Grécia, Itália, Polónia, Roménia, Eslováquia e Espanha, de acordo com comunicado consultado pelo Jornal PT Green.
Este apoio será canalizado através de bancos locais e destina-se sobretudo a pequenas e médias empresas (PME) que operem nos setores da segurança e defesa, espaço, energia e agricultura.
O BEI aprovou ainda financiamento para redes elétricas na Alemanha e na Grécia, projetos de energia solar em Itália e infraestruturas de aquecimento urbano na Lituânia.
Segundo o Banco, estes investimentos vão “reduzir a dependência da União Europeia dos combustíveis fósseis e reforçar a autonomia energética da Europa”. O novo financiamento do BEI inclui ainda uma ligação ferroviária estratégica entre a Croácia e a Hungria, bem como hospitais em França e na Polónia.
“O financiamento e as garantias do Grupo BEI apoiam empresas europeias inovadoras no seu crescimento e expansão em áreas críticas, incluindo a autonomia energética, o espaço e a segurança e defesa”, afirma a presidente do Grupo BEI, Nadia Calviño.
“A Europa está a transformar as suas palavras em ações, a investir com propósito e a concretizar projetos”, acrescenta.
Além deste apoio e fora da União Europeia, o BEI aprovou também um financiamento para redes elétricas no Brasil, projetos de energia solar e armazenamento em baterias no Egito, pequenas agricultoras no Quénia, Ruanda.
De acordo com o BEI, em conjunto, estes investimentos reforçam a estratégia de “Global Gateway” da União Europeia e “contribuem para fortalecer parcerias económicas sustentáveis em todo o mundo”.
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