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China e Islândia reforçam cooperação para desenvolver energia geotérmica
Acordo entre Pequim e Reiquiavique tem âmbito nacional, regional e global. Objetivo é impulsionar o uso de energia limpa e combater as alterações climáticas.
14 Out 2025 - 10:16
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Foto: Adobe Stock/Natalia
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A República Popular da China e a Islândia emitiram nesta terça-feira uma declaração conjunta a anunciar o reforço da cooperação em matéria de energia geotérmica e transição ecológica, após uma reunião entre o presidente chinês, Xi Jinping, e a presidente da Islândia, Halla Tomasdottir, em Pequim.
Durante o encontro, os dois chefes de Estado reuniram-se num “ambiente cordial e amistoso”, reafirmando o compromisso dos dois países em enfrentar as alterações climáticas e em implementar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas e o Acordo de Paris.
De acordo com a declaração, a energia geotérmica é considerada um elemento-chave na mitigação das alterações climáticas e na promoção de uma economia sustentável. Ambos os países se comprometeram a fortalecer a cooperação governamental e industrial neste setor, explorando o potencial da energia geotérmica a nível global, regional e nacional.
O acordo prevê ainda o incentivo à inovação verde, à economia circular e ao desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis, com destaque para a criação de novas indústrias ecológicas e oportunidades de emprego. A promoção da igualdade de género e do empoderamento das mulheres foi igualmente identificada como uma prioridade no âmbito da transição energética.
China e Islândia também manifestaram a intenção de cooperar em fóruns multilaterais, partilhar conhecimentos técnicos e promover uma governação global mais eficaz no combate à poluição por plásticos.
“De acordo com os seus interesses comuns e recursos disponíveis, as autoridades, empresas e organizações relevantes de ambas as partes irão, no âmbito das suas respetivas responsabilidades, cooperar e dialogar sobre as áreas de cooperação existentes e novas iniciativas que contribuam para acelerar a transição verde e o desenvolvimento sustentável, e facilitar o intercâmbio de conhecimentos especializados através de reuniões, visitas e outras formas de comunicação em processos multilaterais de interesse mútuo”, pode ler-se na declaração conjunta.
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