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Climeworks expande tecnologia de remoção de carbono com financiamento recorde
Empresa suíça acelera inovações que tornam a captura de carbono mais eficiente e reforça liderança no setor de captura direta de CO2.
08 Ago 2025 - 12:58
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Mammoth - central de captura e armazenamento direto de ar (DAC) | Foto: Climeworks
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Mammoth - central de captura e armazenamento direto de ar (DAC) | Foto: Climeworks
A Climeworks, pioneira mundial em tecnologia de Captura Direta de Ar (DAC), anunciou a captação de 150 milhões de euros numa nova ronda de financiamento, a maior do mundo em remoção de carbono no ano de 2025. Este investimento eleva o total acumulado da empresa para mais de mil milhões de euros, consolidando a sua posição de liderança no mercado.
Os fundos angariados permitirão acelerar o desenvolvimento da tecnologia inovadora da Climeworks, visando reduzir os custos associados à captura de CO2 e ampliar a capacidade das suas plantas, como a Orca e a Mammoth, que já validaram a eficácia e a escalabilidade da solução. A empresa destaca melhorias significativas em eficiência energética e durabilidade dos materiais usados, aproximando-se do objetivo de tornar a captura direta de ar economicamente viável.
Além disso, o financiamento irá apoiar a expansão do portfólio de soluções da Climeworks, combinando métodos técnicos e naturais para satisfazer a crescente procura das empresas por remissões de carbono diversificadas e de longo prazo. O mercado global de remoção de carbono poderá atingir um valor estimado de 75 mil milhões de euros até 2030, com potencial de chegar a 940 mil milhões de euros até 2050.
Christoph Gebald, co-CEO da Climeworks, afirma que a remoção de carbono deixou de ser um mero conceito experimental para se tornar uma necessidade real e duradoura, reforçada pela confiança dos investidores que veem o setor como inevitável e essencial para o futuro do planeta.
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