2 min leitura
Comissão Europeia autoriza mais 275 milhões para empresas portuguesas intensivas em energia
Sob o regime de ajudas estatais, o valor aprovado compensa parte da fatura da eletricidade, que ficou mais cara devido aos custos do carbono no mercado europeu de emissões.
23 Set 2025 - 12:03
2 min leitura
Foto Adobe stockDee karen
- EUA e Canadá recuam nas políticas climáticas e comprometem metas de emissões
- BEI financia embarcações para estudar oceanos com redução de 90% de combustível
- TRATOLIXO lança campanha para incentivar a reciclagem de embalagens de vidro
- Confederação Nacional da Agricultura diz que proposta do OE2027 não prevê reforço das verbas para agricultura
- Odemira com investimento de 5,9 ME para reforçar abastecimento de água
- Projeto português vence prémio europeu dedicado à sustentabilidade e à inovação
Foto Adobe stockDee karen
A Comissão Europeia deu luz verde nesta terça-feira a Portugal para aumentar para 275 milhões de euros o orçamento de um programa de apoio às empresas que gastam muita energia, no âmbito dos custos das emissões de gases poluentes.
A majoração aprovada, ao abrigo do regime das ajudas estatais, compensa parte da fatura da eletricidade, que ficou mais cara porque as centrais elétricas têm de pagar pelos custos do carbono no mercado europeu de emissões de dióxido de carbono (CO2).
Portugal notificou um aumento orçamental de 100 milhões de euros num regime que tinha sido aprovado em 24 de novembro de 2022, para um total de 275 milhões de euros.
Ao abrigo do regime, é concedida uma compensação às empresas elegíveis através de um reembolso parcial dos custos de emissões indiretas incorridos entre 2021 e 2030. Se os pedidos de compensação forem superiores ao orçamento disponível, o montante é reduzido proporcionalmente para cada participante.
A compensação é concedida para os custos de emissões indiretas incorridos no ano anterior, com o pagamento final a ser efetuado em 2031.
Na prática, o objetivo é proteger indústrias como a química, a metalurgia ou o papel, que são muito expostas a estes aumentos, e evitar que fiquem em desvantagem face a concorrentes de fora da União Europeia.
Ao abrigo do regime, é concedida uma compensação às empresas elegíveis através de um reembolso parcial dos custos de emissões indiretas entre 2021 e 2030, com o pagamento final a ser efetuado em 2031.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
- EUA e Canadá recuam nas políticas climáticas e comprometem metas de emissões
- BEI financia embarcações para estudar oceanos com redução de 90% de combustível
- TRATOLIXO lança campanha para incentivar a reciclagem de embalagens de vidro
- Confederação Nacional da Agricultura diz que proposta do OE2027 não prevê reforço das verbas para agricultura
- Odemira com investimento de 5,9 ME para reforçar abastecimento de água
- Projeto português vence prémio europeu dedicado à sustentabilidade e à inovação