2 min leitura
Empresários europeus discutem práticas comerciais compatíveis com a natureza na EBNS
Participantes da Cimeira Europeia de Negócios e Natureza vão identificar formas para conceber estratégias eficazes para consolidar compromisso europeu com as empresas e a biodiversidade.
23 Out 2025 - 11:29
2 min leitura
Auditório Finlândia, em Helsínquia © harryfn | Getty Images
- Fundo para a Mobilidade e Transportes prevê receita de 13,6 ME em 2026
- ADENE e Lightsource bp juntam-se para reforçar literacia energética em Portugal
- Parlamento recomenda ao Governo a valorização da lã nacional como matéria-prima ecológica
- Sanções por incumprimento do Regulamento Metano da UE suspensas por três anos
- Algarve vai receber um quarto do investimento nacional para intervenções em arribas
- Telefónica quer reduzir mais de metade das emissões na cadeia de valor até 2030
Auditório Finlândia, em Helsínquia © harryfn | Getty Images
Os setores empresarial e financeiro estão em reunião na Cimeira Europeia de Negócios e Natureza (EBNS, na sigla em inglês), nestas quinta-feira e sexta-feira, para promover nas empresas práticas comerciais lucrativas e sustentáveis compatíveis com a natureza. Neste evento, em Helsínquia, Finlândia, os participantes vão identificar formas para conceber estratégias eficazes nesse sentido.
O objetivo da EBNS é consolidar a liderança e o compromisso da União Europeia para com o movimento empresarial e a biodiversidade, ao destacar líderes pioneiros no mercado a adotar estas medidas.
Os temas em destaque são a ação empresarial, economia circular e bioenonomia, e financiamento da biodiversidade. Estes tópicos servirão para explorar a aceleração alinhamento dos fluxos financeiros com as metas de biodiversidade, alavancar soluções circulares e como possibilitar uma transformação credível nas empresas.
A comissária europeia para o Ambiente, Jessica Roswall, refere que, numa época de instabilidade global e novos desafios de segurança, “investir na natureza e construir resiliência é essencial para o nosso futuro”.
A comissária salienta que esta lógica também se aplica do ponto de vista empresarial, “pois cada euro investido pode render fortes retornos”. Portanto, “restaurar a natureza é bom para os nossos negócios, bom para as nossas sociedades e bom para o nosso futuro”, conclui.
“Ao nos concentrarmos na bioeconomia sustentável, na restauração da natureza, na agricultura regenerativa e em soluções de adaptação climática baseadas na natureza, podemos construir prosperidade e, ao mesmo tempo, garantir um planeta resiliente e saudável”, acrescenta.
- Fundo para a Mobilidade e Transportes prevê receita de 13,6 ME em 2026
- ADENE e Lightsource bp juntam-se para reforçar literacia energética em Portugal
- Parlamento recomenda ao Governo a valorização da lã nacional como matéria-prima ecológica
- Sanções por incumprimento do Regulamento Metano da UE suspensas por três anos
- Algarve vai receber um quarto do investimento nacional para intervenções em arribas
- Telefónica quer reduzir mais de metade das emissões na cadeia de valor até 2030