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Fundo Ambiental canaliza 3,8 ME para fomentar cogestão das áreas protegidas
Restauro ecológico, projetos de turismo de natureza e iniciativas para a promoção de produtos locais entre as ações financiadas.
16 Set 2026 - 15:02
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Foto © wildlifewitholly WWF UK
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Foto © wildlifewitholly WWF UK
O Fundo Ambiental está a investir 3,8 milhões de euros (ME) na cogestão das áreas protegidas, em 2026 e 2027, de forma a otimizar a implementação dos planos de cogestão já aprovados.
O financiamento destina-se a apoiar ações de restauro ecológico, projetos de turismo de natureza, iniciativas para a promoção de produtos locais ou para a preservação de tradições culturais, e ainda a criação de parcerias entre estas áreas, explica o Ministério do Ambiente e da Energia (MAEn), numa nota envaida às redações.
O objetivo é que estas capacidades resultem em benefícios partilhados para os municípios, para as comunidades e agentes dos territórios, e que incentivam o desenvolvimento sustentável destes territórios.
Numa segunda componente, referente à capacitação técnica das Comissões de Cogestão, o financiamento viabiliza um reforço nas equipas técnicas dedicadas à implementação dos projetos, à gestão participativa e à dinamização das áreas protegidas.
Para a ministra do Ambiente e Energia, Maria da raça Carvalho, “cabe a todos a responsabilidade de proteger o património natural do país e ao Governo, em particular, a criação dos instrumentos necessários para o proteger e valorizar”, incluindo a concretização de medidas prioritárias e intervenções que “promovam o restauro ecológico e a redução de riscos naturais”.
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