2 min leitura
Governador do Banco da Finlândia considera que abrandar a transição verde seria um “erro grave”
Olli Rehn recorda que o impacto da guerra no Médio Oriente não tem o mesmo impacto nos vários países do euro devido ao progresso na transição energética.
14 Abr 2026 - 18:01
2 min leitura
Olli-Rehn, governador do Banco da Finlândia | Foto: suomen
- Ministra do Ambiente desvaloriza acusações da CAP relativamente ao PNRN: “Acho muito estranha esta posição”
- LIPOR distingue 98 entidades por práticas sustentáveis no programa Coração Verde
- APREN defende renováveis como “única forma viável” de produção de eletricidade em Portugal
- Projetos portugueses apresentam soluções para descontaminar solos e águas residuais
- CAP acusa Governo de excluir agricultores e falha apresentação do plano de restauro da natureza
- Economia mundial perde anualmente 31% do PIB por desperdício de recursos
Olli-Rehn, governador do Banco da Finlândia | Foto: suomen
O governador do Banco da Finlândia, Olli Rehn, reiterou, nesta terça-feira, que “abrandar a transição verde neste momento seria um erro grave”. O ex-comissário europeu acredita que a guerra no Médio Oriente veio realçar a importância desta transição na área energética.
O líder do banco central considera que esta transição é vital para a resiliência e competitividade da Europa.
A título de exemplo, Rehn aponta precisamente para a Finlândia. “O impacto na economia finlandesa é moderado devido ao facto de que a Finlândia teve um progresso mais rápido na transição energética do que outros países”, sublinha. Esta realidade torna o impacto da guerra diferente entre os países da Zona Euro, nota o governador, citado pela Reuters.
Questionado sobre o efeito na inflação, Rehn entende que continua pouco claro qual será a médio prazo, mas que uma subida neste ano é inevitável. Sobre as decisões de política monetária, lembra que estas não estão definidas de antemão, acrescentando que o Banco Central Europeu está a monitorizar o conflito no Médio Oriente e os efeitos na economia.
- Ministra do Ambiente desvaloriza acusações da CAP relativamente ao PNRN: “Acho muito estranha esta posição”
- LIPOR distingue 98 entidades por práticas sustentáveis no programa Coração Verde
- APREN defende renováveis como “única forma viável” de produção de eletricidade em Portugal
- Projetos portugueses apresentam soluções para descontaminar solos e águas residuais
- CAP acusa Governo de excluir agricultores e falha apresentação do plano de restauro da natureza
- Economia mundial perde anualmente 31% do PIB por desperdício de recursos