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Governo investe 5 milhões na reabilitação de rios e ribeiras

Ações, no âmbito da estratégia ProRios 2030 – “Água que Une”, juntam-se aos mais de 550 km de cursos de água já intervencionados ou com obras a decorrer.

22 Ago 2025 - 15:42

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Foto: Adobe Stock/Kevin

Foto: Adobe Stock/Kevin

O Governo vai avançar com a reabilitação e restauro de 168 quilómetros de rios e ribeiras, num investimento de 5 milhões de euros financiado pelo Fundo Ambiental, gerido pela Agência para o Clima.

As intervenções inserem-se na estratégia ProRios 2030 – “Água que Une” e visam reforçar a resiliência climática, a retenção natural de água e a biodiversidade dos ecossistemas ribeirinhos.

A abordagem privilegia soluções de engenharia natural e intervenções de proximidade, em articulação com os municípios, para recuperar linhas de água degradadas, criar zonas de inundação controlada e reduzir riscos associados a cheias e secas. Entre as intervenções prioritárias, que vão ser financiadas pelo Fundo Ambiental, encontram se: a reabilitação do rio Neiva, em Esposende e Viana do Castelo; a recuperação do ribeiro de Picote, em Miranda do Douro; a valorização do rio Vez, em Arcos de Valdevez; a reabilitação dos rios Díz e Noéme, na Guarda; o restauro do rio Alfusqueiro, em Águeda; a valorização do rio Lizandro, em Mafra; a recuperação de ribeiras em Évora e Beja; a reabilitação do sistema de açudes em Arronches; trabalhos no Alentejo Litoral; e o projeto de requalificação da Ribeira do Vascão, no Algarve, numa extensão de 60 km, entre outras ações.

O ministério reforça que este esforço se soma aos mais de 550 km de cursos de água já intervencionados ou em obra no âmbito da ProRios 2030, representando um passo relevante na concretização do Plano Nacional de Restauro, que inclui a renaturalização de rios.

“Estas intervenções são um passo concreto para devolver vida aos rios e ribeiras, proteger as populações e valorizar o território. Ao investir na saúde dos ecossistemas aquáticos, estamos a investir na qualidade de vida e na segurança das gerações futuras”, sublinha a ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho.

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