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Maiambiente atinge taxa de reciclagem de 45% em julho
Entre os materiais recicláveis, os resíduos elétricos e eletrónicos registaram um aumento de 20,8%. Já os plásticos contaram com um aumento de 48,9% e um valor histórico de 85 toneladas.
07 Ago 2026 - 09:08
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Foto: Maiambiente
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Foto: Maiambiente
A Maiambiente atingiu, no mês de julho, uma taxa de reciclagem de 45%, o que significa um indicador de 101 kg de recolha seletiva, por habitante, por ano, ultrapassando o valor atingido em janeiro.
Além disso, a recolha dos materiais recicláveis cresceu 2,9%, face ao período homólogo de 2025, com destaque para o vidro, que atingiu um valor histórico de 376 toneladas, o papel, com um crescimento de 3,4% e os alimentares, que cresceram 2,4%. Já os plásticos, contaram com um aumento de 48,9% e um valor histórico de 85 toneladas.
Por outro lado, a recolha de resíduos indiferenciados diminuiu 3,4 por cento, o que representa menos 108 toneladas do que no mesmo período do ano passado e um valor total, em julho, de 3097 toneladas.
Em comunicado, a Maiambiente destaca ainda o aumento da recolha dos materiais recicláveis em cinco por cento, com mais 798 toneladas, e o decréscimo nos resíduos indiferenciados em 0,7 por cento, ou seja, menos 109 toneladas.
Entre os materiais recicláveis, os resíduos elétricos e eletrónicos registaram um aumento de 20,8%.
De acordo com a empresa municipal, “este número, significativamente abaixo das médias nacionais e europeias, revela que o trabalho desenvolvido pela Maiambiente e o envolvimento dos maiatos na estratégia ambiental adotada são determinantes”.
“A Maia não se limita a acompanhar as exigências europeias: posiciona-se entre os territórios que melhor as concretizam, afirmando-se como uma referência nacional na economia circular, na inovação ambiental e na qualidade dos serviços públicos”, afirma Marta Peneda, presidente do conselho de administração da Maiambiente.
“Este desempenho reforça a nossa determinação em continuar a liderar pelo exemplo, colocando a sustentabilidade no centro do desenvolvimento do concelho”, acrescenta.
De acordo com os dados apresentados, a recolha seletiva de resíduos (RRS) deverá atingir os 95 kg por habitante/ano, acima dos 92 kg registados em 2025. Já a taxa de reciclagem deverá aumentar de 43% para 44%.
Por sua vez, a produção de resíduos per capita deverá subir para 458 kg por habitante, face aos 454 kg registados no ano passado.
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