2 min leitura
Mota-Engil assegura 197 ME para projetos ferroviários e mineiros em África
Financiamento destina-se a projetos mineiros e ferroviários em cinco países. Destacam os corredores de Kano-Maradi, na Nigéria, e o do Lobito, em Angola.
26 Dez 2025 - 12:10
2 min leitura
Foto: Pixabay
- Reciclagem de embalagens recua no arranque de 2026 apesar de maior investimento no setor
- UE precisa de 15% do gado em pastoreio para manter habitats protegidos
- Álvaro Mendonça e Moura é candidato único à presidência da Confederação dos Agricultores de Portugal
- Pirenéus perdem três dias de geada e aumentam cinco dias de verão por década
- Investimento nas redes elétricas dispara na Europa e pode atingir 47 mil ME até 2027
- ISO atualiza norma de gestão ambiental mais utilizada no mundo
Foto: Pixabay
A Mota-Engil garantiu um financiamento de 214 milhões de dólares (cerca de 197 milhões de euros) da International Finance Corporation – IFC, braço do Banco Mundial destinado ao setor privado, para financiar a sua expansão no continente africano. O dinheiro será canalizado para projetos mineiros na África do Sul, Senegal e Guiné, bem como para infraestruturas ferroviárias na Nigéria e Angola.
O acordo é apresentado como “um marco significativo e histórico” pelo presidente da Mota-Engil, Carlos Mota Santos. “Para além da sua importância institucional, esta parceria reflete o forte alinhamento, compromisso e sinergias entre ambas as organizações, ancorados numa visão partilhada de longo prazo para África, onde a Mota-Engil tem estado presente ininterruptamente durante quase 80 anos desde a sua fundação”, destaca.
Os fundos servirão para adquirir equipamento de construção e mineração, com o compromisso declarado de integrar critérios ambientais, sociais e de governação (ESG, na sigla inglesa) definidos pela IFC. A transação conta ainda com a participação de investidores provados como o ILX Fund, AfrAsia Bank Limited e L&G, através do mecanismo B Loan da IFC.
Entre os projetos contemplados destacam-se o corredor ferroviário Kano-Maradi, na Nigéria, e o corredor do Lobito, em Angola. Este último é considerado pela IFC uma “oportunidade transformadora […] para reduzir custos de transporte, catalisar uma atividade económica diversificada e ligar a região aos mercados globais”. O diretor-geral da IFC, Makhtar Diop, sublinhou que a parceria visa “desbloquear o potencial de África ao financiar equipamentos críticos”.
- Reciclagem de embalagens recua no arranque de 2026 apesar de maior investimento no setor
- UE precisa de 15% do gado em pastoreio para manter habitats protegidos
- Álvaro Mendonça e Moura é candidato único à presidência da Confederação dos Agricultores de Portugal
- Pirenéus perdem três dias de geada e aumentam cinco dias de verão por década
- Investimento nas redes elétricas dispara na Europa e pode atingir 47 mil ME até 2027
- ISO atualiza norma de gestão ambiental mais utilizada no mundo