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Nhood e Bowhood inauguram edifícios modulares e reutilizáveis em França
Primeiro protótipo foi construído a partir de madeira oriunda das florestas regionais. Projeto permite transformar infraestruturas sub-utilizadas em escritórios, lojas, habitações temporárias ou espaços de restauração.
25 Out 2025 - 09:18
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Foto Nhood e bowhood
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Foto Nhood e bowhood
Num momento em que o setor imobiliário vê dificuldades em acompanhar o ritmo acelerado das atuais transformações urbanas e climáticas, a Nhood e a Bowhood juntaram-se para criar uma geração de edifícios modulares, desmontáveis e reutilizáveis. O primeiro protótipo à escala real desta parceria foi inaugurado em Villeneuve-d’Ascq, no norte de França, e foi construído a partir de madeira com origem nas florestas regionais.
O projeto permite transformar infra-estruturas sub-utilizadas em escritórios, lojas, habitações temporárias ou espaços de restauração, através de módulos estéticos e rápidos de instalar e com baixo impacto ambiental, descreve a Nhood em comunicado.
A abordagem parte do conceito de “efémero sustentável”, conciliando a flexibilidade das utilizações com a responsabilidade ambiental. Todo o ciclo, da construção ao modelo económico, foi pensado sob princípios de economia circular: madeira de origem regional, produção descentralizada, e um modelo de negócio baseado no arrendamento.
A solução já deu origem a sete patentes e posiciona-se como um laboratório urbano aberto, onde municípios, empresas e parceiros locais podem testar novos formatos de ocupação temporária e de baixo carbono.
Até 2028, o objetivo conjunto é implantar mais de 30 mil metros quadrados de soluções modulares em França e expandir o conceito para o mercado europeu.
“Precisávamos de encontrar uma forma de libertar o setor da sua imobilidade, criando uma resposta ágil, capaz de se adaptar aos usos, às necessidades e à urgência de reduzir o impacto ambiental. Com a Nhood, oferecemos uma solução global que permite a entidades públicas e privadas responder de forma eficaz aos seus desafios de atractividade, desempenho económico e responsabilidade social”, ressalva Thibaut Leroy, fundador da Bowhood.
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