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Seis empresas portuguesas distinguidas no Anuário de Sustentabilidade 2026 da S&P

EDP, a REN, a Corticeira Amorim, a NOS, a GALP e a Sonae integram a lista de 848 empresas. O “desempenho credível em sustentabilidade continua a ser possível e mensurável quando incorporado na governança, estratégia, gestão de riscos e tomada de decisões operacionais”, defende responsável da S&P.

23 Fev 2026 - 11:35

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Foto: Freepik

Foto: Freepik

Seis empresas portuguesas foram destacadas no Anuário de Sustentabilidade 2026 da S&P. São elas a EDP, a REN, a Corticeira Amorim, a NOS, a GALP e a Sonae. A analista financeira com sede em Manhattan analisou mais de 9.200 empresas e aprovou a entrada de 848 na sua lista.

“As empresas representadas neste anuário demonstram que um desempenho credível em sustentabilidade continua a ser possível e mensurável quando incorporado na governança, estratégia, gestão de riscos e tomada de decisões operacionais”, realça o diretor de Soluções Corporativas e Envolvimento da S&P, Robert Dornau.

As empresas consideradas passaram primeiro por uma Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (CSA, na sigla inglesa) em 2025. A distribuidora elétrica EDP ficou entre os melhores 5% com pontuação CSA e a REN, que gera a eletricidade em alta pressão, ficou entre os melhores 10%.

À Corticeira Amorim e à empresa de telecomunicações NOS foi atribuído o título de “impulsionador da indústria”. Os grupos GALP e Sonae também marcam presença no Anuário, sendo a última a única retalhista portuguesa na lista.

Às partes interessadas, ou stakeholders, Robert Dornau escreveu: “Ao apresentarmos o Anuário de Sustentabilidade 2026, somos lembrados de que o desempenho em sustentabilidade está a ser testado de novas maneiras: mudanças nas expectativas regulatórias, mudanças nas procuras dos stakeholders e um ambiente operacional mais complexo a influenciar o que as empresas divulgam e a consistência com que relatam o progresso”.

O responsável relata que o progresso das empresas selecionadas marca a direção do mercado global, que a seu ver está a caminhar “para uma comparabilidade mais forte, expectativas mais elevadas de comprovação de impacto e um prémio crescente pela confiança”.

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