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Setúbal adjudica sistema de telegestão de água e saneamento no valor de 1,4 ME
“Esta empreitada, que abrange mais de 122 mil pessoas, vai proporcionar uma gestão mais eficiente e uma melhoria na quantidade e na qualidade do serviço prestado aos nossos 70 mil clientes”, disse à agência Lusa a autarca setubalense.
28 Abr 2026 - 13:16
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A Câmara de Setúbal consignou nesta terça-feira um novo sistema de telegestão das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento no valor de 1,4 milhões de euros (ME), que permite reduzir perdas de água e controlar remotamente as operações.
A presidente do município, Maria das Dores Meira, sublinhou a importância da empreitada para a melhoria do serviço prestado aos munícipes na cerimónia de assinatura da consignação às empresas Linha d’água e lnOut, que decorreu no salão nobre dos Paços do Concelho.
“Esta empreitada, que abrange mais de 122 mil pessoas, vai proporcionar uma gestão mais eficiente e uma melhoria na quantidade e na qualidade do serviço prestado aos nossos 70 mil clientes”, disse à agência Lusa a autarca setubalense, do movimento independente Setúbal de Volta.
“A implementação do novo sistema de telegestão, com um prazo de execução de 365 dias, vai assegurar o controlo e a monitorização contínua de 52 instalações de água e saneamento, através de uma supervisão centralizada e com acesso remoto”, sublinhou.
Maria das Dores Meira referiu ainda que o novo sistema vai permitir uma resposta mais rápida e eficaz a muitas avarias nas redes de abastecimento de água e de saneamento básico.
Segundo uma nota de imprensa dos Serviços Municipalizados de Setúbal (SMS), o projeto assenta numa solução tecnológica de telegestão que permitirá o “acesso, em tempo real, à informação de todas as instalações de água e saneamento, incluindo furos, reservatórios, hidropressores e estações elevatórias de águas potáveis e residuais”.
“Além de constituir um projeto de fiabilidade e modernização operacional, esta ferramenta é um pilar estruturante para a evolução digital do município de Setúbal”, refere o documento, no qual se salienta tratar-se de um “contributo a longo prazo para as novas estratégias de resiliência climática, eficiência hídrica e energética”.
De acordo com os SMS, “o atual sistema de telegestão, com cerca de três décadas, está obsoleto e já não é possível encontrar soluções tecnológicas no mercado, sendo que hoje apenas são controlados remotamente 35 equipamentos relativos ao abastecimento de água e nenhum do saneamento”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT Green
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